Faltam menos de 30 dias: Avança preparação da marcha a Brasília em 24 de abril

O momento é de somar esforços para fortalecer as lutas e a resistência dos trabalhadores e da juventude contra a ofensiva da patronal e do governo 


Zé Maria, Presidente nacional do PSTU e ex-candidato a Presidência da República



Marcha a Brasília em agosto de 2011


• No início deste ano, dando continuidade à lógica de sua política econômica, o governo federal anunciou que vai “desonerar” a folha de salários de todos os setores da economia. Reafirma-se, assim, uma orientação de política econômica que coloca todos os recursos públicos de que dispõe o país à serviço do aumento do lucro do setor privado.
    E não se tratam de poucos recursos. No final do ano passado, o governo já havia “desonerado” a folha do setor da Construção Civil. O resultado desta medida é que o valor (cerca de R$ 6 bilhões anuais) que este setor destinava à Previdência Social caiu para cerca de R$ 3 bilhões ao ano. Só aqui são retirados R$ 3 bilhões por ano da aposentadoria dos trabalhadores para aumentar o lucro de um dos setores mais fortes da economia do país (e um dos maiores financiadores das campanhas dos políticos que hoje governam o Brasil).

    Não é sem razão, portanto, que o governo tem resistido com todas as suas forças e impedido, até aqui, que seja decretado o fim do famigerado Fator Previdenciário. Primeiro negociou com as centrais governistas a substituição deste fator pela formula 85/95 (que é praticamente a mesma coisa) e, agora, quer incluir aí a idade mínima para aposentadoria para o trabalhador do setor privado.
    O mesmo podemos ver no conflito recente, em que a montadora General Motors queria demitir 1.840 trabalhadores e fechar a fábrica MVA do seu complexo em São José dos Campos (SP). O mesmo governo que vem dando recursos públicos a estas empresas há mais de um ano não foi capaz de determinar a elas que se abstivessem de demitir trabalhadores.

     Estes episódios relacionados às medidas adotadas que beneficiam o grande empresariado, ao mesmo tempo em que sacrificam os trabalhadores. Expressam bem a natureza da política econômica do governo Dilma Rousseff. Mesmo diante dos resultados pífios quanto ao crescimento da econômica que essas medidas deveriam proporcionar, o governo insiste no mesmo rumo. Seu real objetivo é atender aos interesses dos grandes grupos econômicos que mandam no país.

    Bem diferente são as medidas adotadas em relação aos investimentos no serviço público e para a valorização dos servidores; para a reforma agrária (que até agora só conseguiu ser melhor do que a do governo Collor); para a construção de moradias populares e para a educação e saúde. Tudo isso é reproduzido pelas políticas dos governos estaduais, compondo uma lógica única que precisamos combater.


8 de março no Rio - Juntos contra a violência à mulher


O dia 8 de março iniciou com uma notícia estampada nos jornais: o goleiro Bruno havia sido condenado a 27 anos de prisão pelo assassinato de Elisia Samudio. Finalmente alguma justiça para um crime que cresce a cada dia: a violência contra a mulher.

Foi justamente este o tema central escolhido pelo conjunto das organizações feministas e do movimento sindical que construíram o ato unificado na cidade do Rio de Janeiro: Contra todas as formas de violência contra a mulher.

O ato, que contou com aproximadamente 600 pessoas, saiu no final da tarde da Candelária, percorrendo a Avenida Rio Branco até a Cinelândia. O tradicional trajeto de manifestações na cidade foi inovado: os nomes das ruas foram trocados por nomes de mulheres importantes da história da luta feminista e da classe trabalhadora. Naquele dia a Avenida Rio Branco se transformou em Avenida Clara Zetkin, e a Rua Almirante Barroso, na Rua Rosa Sundermann. Além delas, outras mulheres que tombaram lutando, do campo e da cidade, foram homenageadas.
A luta contra o ACE e a retirada da direitos
Além do debate sobre a violência, a coluna do MML fez questão de pautar a luta contra o Acordo Coletivo Especial, que ataca as mulheres que se encontram nos trabalhos mais precarizados e com os piores salários. Esta é também uma forma de violência contra a mulher, porque ao retirar seus direitos, torna sua vida mais indigna e menos autônoma. 
Veja outras fotos do ato: 
http://www.facebook.com/media/set/?set=a.457540777651304.1073741825.100001861563399&type=1

Funcionalismo de Volta Redonda aprova continuidade da greve


Elton Correa e Juliette Guarino, direto de Volta Redonda

Votação massiva aprova continuidade da greve

No final da tarde de hoje, 25 de março, o funcionalismo público de volta redonda, juntamente com os trabalhadores da educação municipal aprovaram a continuidade da greve que vai entrar para seu 28º dia.


Durante a tarde, o prefeito reuniu-se com parlamentares do estado do Rio de janeiro e recebeu uma comissão dos trabalhadores em greve. O objetivo foi encontrar uma saída para o impasse.

A assembleia unificada do funcionalismo aprovou medidas emergenciais para abrir novamente as negociações. Exige-se de imediato que o prefeito Antonio Francisco Neto (PMDB) incorpore os R$ 200,00 pagos de abono no salário dos trabalhadores. Em seguida, conceda aumento de 10% nos salários.

Essas medidas emergenciais não anularia a luta pela implantação do plano de Cargo, Carreira e Salários (PCCS) que atualmente encontra-se na justiça.

Caso o prefeito conceda essas reivindicações, os trabalhadores voltariam a reunir em assembleia para decidir o futuro do movimento, marcado para amanha (26/03), podendo suspender temporariamente a paralisação. No entanto, existe um consenso no comando unificado de que os trabalhadores devem ficar em “estado de greve” até a execução do PCCS, marcado para o mês de julho deste ano.

Após a assembleia que avaliou o encontro, aprovou-se uma passeata pelo bairro comercial do Aterrado. Estudantes se juntaram ao movimento dando apoio e gritando palavras de ordem. Uma grande marcha animada, como há tempos na se via na “cidade do aço”, percorreu várias ruas ganhando o apoio e a simpatia da população.

Oradores se revezavam no carro de som, com destaque para os companheiros da CSP-Conlutas e do PSTU que faziam uma ponte entre as reivindicações mais sentidas do funcionalismo e a necessidade de engrossar a marcha nacional à Brasília no dia 24 de abril contra a política econômica do governo Dilma e o Acordo Coletivo Especial-ACE.

Servidores em greve seguem acampados em frente a prefeitura

PSTU convida para o debate "A Resistência operária à ditadura militar e a comissão da verdade"



Saiba mais:
O Brasil precisa de uma comissão da Verdade, Memória e Justiça 

Entrevista: Américo Gomes fala sobre atualidade da luta pela punição de agentes da ditadura

PSTU repudia atendado a bomba contra a sede da OAB no Rio de Janeiro

Juventude do PSTU-RJ: Aldeia Maracanã Despejada: Sergio Cabral mostra sua truculência em nome dos grandes empreiteiros!


Nota da Juventude do PSTU-RJ


• Como a maioria de vocês já deve estar sabendo, a Aldeia Maracanã foi invadida hoje. A PM do Rio de Janeiro, a mando de Sergio Cabral e Eduardo Paes (e com a conivência de Dilma) retirou de dentro da Aldeia os índios, os apoiadores, os jornalistas. Para realizar tal empenho a mesma usou de uma violência desproporcional: muitos policiais, armados até os dentes, utilizando sprays de pimenta, bombas de gás lacrimogênio, balas de borracha, além dos helicópteros, caveirão e mais.
Toda essa violência é utilizada para defender interesses que talvez não sejam conhecidos por todos. Talvez nem todos saibam, mas o interesse por trás da derrubada da Aldeia Maracanã é político e também monetário. O interesse monetário é mais fácil de perceber: derrubar a Aldeia e se apropriar de um terreno que está avaliado em 60 milhões. Essa desocupação é coerente com o resto da privatização do Maracanã, que engloba também destruir a escola municipal Friedenreich e o parque aquático Julio Delamare. O interesse político está em derrotar a mobilização, dizimar a confiança na luta daqueles que resistem firmemente e desmoralizar os ativistas. Mostrar a todos que sonhar não vale a pena.
É necessário também dizer os motivos de Cabral para fazer isso. Cabral age dessa forma violenta para defender os interesses de uma parte bem pequena da população: os empresários. As montadoras de Eike Batista (IMX), Norberto Odebrecht Junior (Odebrecht SA) e Sergio Lins Andrade (Andrade Gutierrez SA) estão todas ganhando rios de dinheiro com a privatização do Maracanã e a destruição e reconstrução do seu entorno. Estamos falando de cifras grandes: Eike recebeu 2,4 milhões do Governo do Estado; a Odebrecht recebeu 3 milhões de recursos públicos (sobretudo pelo BNDES) e a Andrade Gutierrez SA ganhou 7 bilhões (também BNDES). E é claro, estas mesmas ajudaram Sergio Cabral e Paes a se elegerem, contribuindo com cifras também gordas.
Os movimentos sociais têm uma necessidade: juntar suas forças e apresentar uma política única. Precisamos nos fortalecer coletivamente para, derrotarmos Cabral e seus aliados. Para tanto, teremos uma reunião de continuidade da Resistência às 10 horas amanhã no SEPE.
É MUITO importante a presença de todos lá. Queremos que cada entidade estudantil, cada sindicato, cada movimento de luta contra as opressões, cada movimento popular, cada grupo ou coletivo jovem e cada partido político que estão na luta em defesa da Aldeia Maracanã venham se somar. Não podemos seguir tocando as lutas de maneira fragmentada: a chave para a vitória é a nossa unidade.
Nós aprendemos com a nossa história: aprendemos com a desocupação das comunidades, aprendemos com a prisão do Emicida em defesa da Ocupação Eliana Silva, e, sobretudo, aprendemos com o massacre do Pinheirinho. E continuamos dizendo: quem luta não tá sozinho. E não podemos estar cada um na nossa ilha, ou cada um na sua aldeia.
Reunião de Resistência da Aldeia Maracanã – Amanhã (23/03) às 10 horas no SEPE-RJ
SEPE-RJ : Rua Evaristo da Veiga, 55 - 8º andar - Centro - Rio de Janeiro/RJ

Juventude do PSTU RJ

Batalhão de Choque desocupa Aldeia do Maracanã


Ação da PM foi marcada pela violência e truculência contra índios e ativistas de movimentos sociais que estavam no local

Da Redação: www.pstu.org.br

Policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar invadiram, na manhã desta sexta-feira, 22 de março, a Aldeia Maracanã. A operação que contou com cerca de 200 policiais, carros blindados e diversas viaturas da PM desocupou o antigo Museu do Índio, retirando a força e de forma truculenta centenas de índios e ativistas dos movimentos sociais que estavam no local. Durante a remoção, sete pessoas foram detidas e dezenas ficaram feridas em decorrência da repressão policial.

O mandado de desocupação expedido pela Justiça Federal venceu no último dia 20 e o despejo dos indígenas estava autorizado desde ontem, quando o governador Sérgio Cabral deu um ultimato, reafirmando o pedido pela imediata desocupação do terreno.

Ainda na madrugada, a polícia cercou o prédio e impediu a entrada de novos ativistas na aldeia. A atuação truculenta do batalhão do Choque começou desde então. Qualquer aproximação do prédio era respondida com spray de pimenta e tiros de bala de borracha. Os ativistas que se concentravam próximo a aldeia em solidariedade aos indígenas eram removidos brutalmente e bombas de efeito moral também foram lançadas contra os manifestantes. Por volta do meio dia, quando os indígenas faziam um canto de despedida, a polícia invadiu e retirou os indígenas que ocupavam o prédio desde 2006. Durante a invasão, ativistas fecharam uma pista da Radial Oeste, mas foram dispersos pela bomba de efeito moral lançada pela polícia.

Em resposta à desocupação e a truculência da polícia, movimentos sociais e partidos políticos convocam uma reunião para organizar a luta em defesa dos índios neste sábado, 23 de março, às 10h, no SEPE (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação).

De Cabral a Cabral...
A desocupação da Aldeia do Maracanã é mais uma das políticas de remoção para atender às demandas das empreiteiras nas grandes obras para a Copa do Mundo. Em outubro de 2012, o governador Sérgio Cabral anunciou mudanças no entorno do Maracanã para que o estádio pudesse receber a Copa das Confederações, em 2013, a Copa do Mundo, em 2014, e a Olimpíada, em 2016. De acordo com o projeto, o Maracanã passará a pertencer à iniciativa privada, com leilão agendado para abril deste ano, que deverá montar uma estrutura para receber os megaeventos, como a construção de um estacionamento e um shopping.

Para garantir aos empresários os quase três bilhões de lucros com a privatização do Maracanã, o governador quer destruir o prédio histórico de relevante importância para preservação da cultura indígena, a aldeia Maracanã, uma escola pública considerada modelo e um complexo esportivo, utilizado por atletas e pela comunidade do bairro.

Em nome das empreiteiras, Cabral, com o apoio de Dilma, expulsou dezenas de indígenas que, bravamente, resistem pela manutenção da sua cultura, e pretende destruir o prédio histórico, do século 19, que já abrigou o Serviço de Proteção ao Índio, sediou o Museu do Índio e, hoje, era considerado um foco de resistência da cultura indígena em pleno centro do Rio de Janeiro.
 

Charge do Fábio Fernando*: Aldeia Maracanã, a luta continua!!



* Com esta charge estamos inciando uma parceria com o artista Fábio Fernando que, semanalmente, com sua arte passará a colaborar  com as lutas dos trabalhadores, da juventude e dos demais movimentos sociais.

Leia também sobre o assunto:
Rio de Janeiro: Governo Cabral quer destruir todo o complexo esportivo e cultural do Maracanã 

TODO APOIO À LUTA DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS NO TRANSPORTE DE ÔNIBUS

Foto: Fernando Quevedo / O Globo


Motoristas e cobradores de ônibus estão entre as categorias mais exploradas. Jornadas de trabalho estafantes. A dupla função (dirigir e cobrar passagens) coloca em risco a vida de motoristas e passageiros. Baixos salários, terminais sem banheiros. Descontos ilegais nos salários e por aí vai.
A justa greve dos trabalhadores(as) em ônibus tem nosso incondicional apoio. Uma vitória dessa categoria fortalece a luta das demais categorias por melhores salários e condições de vida.
A patronal não é trouxa. Junto com Eduardo Paes e Sergio Cabral vão tentar transformar qualquer possível ganho da categoria em derrota da população.
      Vão tentar transformar uma possível vitória dos motoristas e das motoristas, das cobradoras e cobradores em aumento de passagem.
          A direção do sindicato não pode fingir que isso não existe. Deve desde já  denunciar esta tradicional manobra da patronal. Se não denunciar acaba sendo cúmplice desta manobra contra os demais trabalhadores.
          O lucro dos empresários de ônibus é gigantesco. Atender as justas reivindicações dos trabalhadores e trabalhadoras em ônibus equivale a abrir mão de um copo d’água, perto do rio de dinheiro que lucram.
·        Pelo imediato atendimento das reivindicações dos trabalhadores e trabalhadoras no transporte por ônibus.
·        Pelo congelamento do preço das passagens de ônibus.
·        Pela estatização dos transportes públicos. 

Próximas atividades de lançamento da Cartilha "Luta Mulher"


Rio de Janeiro
15/3 – Lançamento da Cartilha Luta Mulher e debate Tema: “A origem do machismo e suas consequências nos dias atuais”. Local: Sindsprev (Rua Joaquim silva, 98 - Lapa), às 18 horas.

Belford Roxo
15/3 – Lançamento da Cartilha Luta Mulher, na sede do Sepe Belford Roxo (Praça Getúlio Vargas, 112/sala 201), ás 18 horas.

Duque de Caxias
27/3 – Lançamento da Cartilha Luta Mulher, na sede do PSTU Duque de Caxias (Av. Brigadeiro Lima e Silva, 2048 - Sala 404/Centro), ás 18 horas.

PSTU PROTESTA CONTRA ATENTADO NA OAB-RJ.

 

No dia 7 de março a OAB RJ foi vítima de um atentado. Uma bomba explodiu nas escadarias da Instituição em uma clara tentativa de intimidar a Comissão da Verdade.


A cidade do Rio de Janeiro foi surpreendida na tarde do dia 7 de março com um covarde atentado a bomba cometida na sede da OAB da cidade. A bomba explodiu entre o oitava e o nono andar e o prédio teve de ser evacuado. Os bombeiros e o esquadrão antibombas encontraram outros dois artefatos explosivos na sede. Denúncia anônima realizada ao Corpo de Bombeiros, por alguém que se identificava como “militar da reserva”, dava conta que o atentado tinha um motivo: a instalação da Comissão da Verdade do Rio de Janeiro.

O PSTU vem a público denunciar e condenar de forma veemente esse atentado perpetrado por setores que não querem que venham à tona a verdade sobre toda a tortura e repressão praticadas pela última ditadura militar contra aqueles que lutavam por democracia e contra o saque do imperialismo no país. Foram milhares de operários, estudantes e trabalhadores rurais que sofreram todo tipo de abuso, prisões, estupros, demissões, espancamentos, mortes e desaparecimentos.

A ditadura militar governou o país durante 20 anos e se utilizou do Estado para produzir uma guerra suja. Mas não foi só o Estado que colaborou para as torturas e assassinatos, dezenas de empresas financiaram este absurdo, inclusive multinacionais e vários órgãos de imprensa, além de fazendeiros que doaram recursos para a repressão. Tanto os torturadores quanto os que os financiaram permanecem impunes.

Exigimos da presidente Dilma, também torturada neste período, que não coloque mais sinal de igual entre aqueles que torturaram e assassinaram em nome de uma ditadura e aqueles que deram sua vida na luta contra ela. Esse atentado na sede da OAB-RJ só vem confirmar o que o PSTU afirma: a impunidade faz com que os torturadores sigam organizados e, mais ainda, confiantes de que estão livres, apesar de todas as barbaridades que cometeram. Por isso Dilma e o PT têm uma enorme responsabilidade, pois são coniventes com esse acordo espúrio.

O PSTU, que foi construído por muitos militantes e grupos que lutaram contra a ditadura, como a Convergência Socialista, exige de Dilma a apuração e a prisão dos envolvidos nesse atentado no Rio de Janeiro. Sabemos que a Comissão da Verdade que está sendo instalada sofrerá todas as pressões para não ir até o final, mas vamos pressioná-la para que nenhum caso de tortura fique sem esclarecimento e que sejam, enfim, punidos.

Apesar do atentado, os torturadores e os defensores do regime militar não estão tão fortes assim, muito pelo contrário, sabem que no país inteiro cresce o sentimento por Justiça. Não aceitaremos que nossos irmãos e companheiros que sofreram na luta contra a ditadura militar brasileira sejam desrespeitados por acordos cuja finalidade é a de proteger empresas e militares golpistas. Em outros países, não só os chefes militares que mandaram reprimir e torturar o povo foram para a cadeia, mas também os seus executores. No Norte da África, milhões de trabalhadores estão saindo às ruas por democracia e derrubam antigos ditadores. Aqui não pode ser diferente.

A nossa dor, a nossa tristeza e o nosso sangue não são diferentes dos nossos irmãos argentinos, colombianos, uruguaios ou árabe. Fazemos um chamado para que todos aqueles que concordem com esta posição a cerrarem fileiras com o PSTU para que, juntos, exijamos a prisão, o confisco dos bens e punição exemplar para todos os torturadores, golpistas, assim como os seus financiadores. Por uma Comissão da Verdade que investigue e que vá até o final para punir os que tanto mal fizeram ao nosso país. Basta de bombas, intimidações e ditadores. Tortura nunca mais!


Os defensores do regime militar não querem passar a história do Brasil a limpo.

O PSTU exige de Dilma a prisão de todos os torturadores e militares envolvidos em crimes da ditadura.



Milhares de pessoas vão às ruas para gritar: Fora Feliciano!



Em mais de 10 cidades do país, mobilizações exigiram a saída de deputado racista e homofóbico da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara


ELDER SANO “FOLHA” E DANILO RESTAINO, DA SECRETARIA LGBT DO PSTU

Ato na Avenida Paulista

• Milhares de pessoas foram às ruas, em diversas cidades do país, no último sábado, 9 de março, em atos organizados pelas redes sociais contra a nomeação do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM). Houve atos em São Paulo, Ribeirão Preto-SP, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Vitória, Fortaleza, Brasília, Salvador, Feira de Santana-BA, Florianópolis, Belo Horizonte, Uberlândia-MG, Juiz de Fora-MG entre muitas outras cidades, incluindo manifestações de solidariedade em Buenos Aires e em Londres.

Quem é Marco Feliciano?
A indicação de Marco Feliciano casou indignação em diversos setores da sociedade. Motivos não faltam: o pastor Feliciano é um verdadeiro colecionador de pérolas homofóbicas e racistas.

Recentemente, por exemplo, divulgou nas redes sociais a ideia de que“africanos descendem de um ancestral amaldiçoado por Noé” , em uma referência ao personagem bíblico Cam, filho de Noé, cuja mitológica maldição foi usada, por séculos, pela Igreja Católica para justificar a escravidão dos negros. Se não bastasse, ainda disse que “sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, AIDS, fome, etc”

Feliciano também é conhecido pela defesa de asquerosas teses, como a de que a AIDS é o “câncer gay” ou que “a podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio e ao crime” e que “a união homossexual não é normal”. Só pra mencionar algumas poucas de suas asneiras.

Como deputado, é autor de um projeto que tenta reverter a decisão do STF que reconhece a união homoafetiva. Na sua ficha, constam dois processos no STF, por estelionato e preconceito, além de também ter denúncias de desvio de verbas públicas em seu currículo.

O PT e o completo abandono das bandeiras dos oprimidos
Historicamente dirigida pelo PT, a CDHM é responsável por receber e investigar denúncias de violações de direitos humanos e de propor e votar medidas na área. É por ela que passam temas referentes aos direitos dos LGBTs, das mulheres, dos negros, das comunidades indígenas e quilombolas e o combate ao trabalho escravo.

Neste ano, o PT decidiu ocupar outras comissões, que julga mais importantes, como a de Seguridade e de Relações Exteriores, deixando o espaço livre para que homofóbicos ocupassem metade das cadeiras dessa comissão. 

Como presidente, Feliciano definirá as pautas que serão discutidas. Entre elas, se encontra, por exemplo, o projeto do homofóbico João Campos (PSDB-GO) que tenta reverter a resolução do Conselho Federal de Psicologia. A resolução proíbe tratamentos pela “cura” de homossexuais, uma vez a homossexualidade não é doença, logo, não pode ser “curada”.

Embora diversas figuras do PT tenham se manifestado contra a indicação do pastor, é impossível esconder a responsabilidade do PT e do governo Dilma. Ao trocar a CDHM por outras comissões, o governo deixou espaço livre para seus aliados racistas e homofóbicos tomarem conta da comissão. 

Em nome da “governabilidade”, Dilma e o PT têm usado as bandeiras dos oprimidos como moeda de troca para os negócios escusos deste governo. Exemplos não faltam: a mutilação do Estatuto da (des)Igualdade Racial, negociada com o comprovadamente corrupto Demóstenes Torres; o texto original do PLC-122, retalhado com o apoio do homofóbico Marcelo Crivella (PRB-RJ); o veto ao kit anti-homofobia para tentar salvar a cabeça de Palocci; o corte de verbas que impedem a aplicação da Lei Maria da Penha, em descompasso com o excesso de verbas para empresários e banqueiros.

Não podemos ter ilusões em um governo que nos ataca, nos usa como moeda de troca e diz ser nosso aliado. E vale lembrar que, além do apoio do PT, que cedeu a comissão ao PSC, Feliciano ainda contou com o apoio da bancada ruralista, contrária a qualquer bandeira das comunidades indígenas, quilombolas e sem-terra.

Ato no Rio de Janeiro


“Saravá, saravá, saravá, fora Feliciano já!”
Os atos realizados no último sábado, 9 de março, são uma resposta a esse absurdo completo que é colocar um homofóbico e racista em uma comissão que deveria discutir exatamente os direitos humanos. O direito de expressão e de liberdade de crença não dá a Feliciano, nem a ninguém, o direito de oprimir os setores que já são historicamente marginalizados na sociedade.

O maior dos atos foi em São Paulo, e reuniu milhares de pessoas na esquina da Avenida Paulista com a Rua da Consolação. A manifestação foi engrossada por outro ato que acontecia na Paulista, contra Renan Calheiros, chegando a fechar três faixas da avenida no centro da cidade.

Os ativistas gritavam palavras de ordem como “saravá, saravá, saravá, fora Feliciano já”, em referência à demonização das religiões de matiz africana promovida por Feliciano, e “a nossa luta é todo dia contra o machismo, o racismo e a homofobia” demonstrando a unidade dos setores oprimidos. Outras palavras de ordem incluíam a referência à renúncia do Papa, exigindo de Feliciano que fizesse o mesmo.

O PSTU se soma a milhares de ativistas por todo o país, e esteve presente, com suas bandeiras e militantes, em manifestações país afora, exigindo a imediata renúncia de Marco Feliciano.

Diante das manifestações, o PSC já estuda a indicação de outro nome para a comissão. Esses atos demonstram algo que não pode ser esquecido pelo movimento: não é nas comissões desse Congresso corrupto que nossos direitos são alcançados, e sim através da pressão nas ruas, de todos os trabalhadores e trabalhadoras, oprimidos e explorados, exigindo suas reivindicações.

Mais um desserviço do PT: o “apartidarismo”
Lamentavelmente, manifestantes que estavam no ato “fora Renan” ameaçaram e chegaram a tentar agredir militantes do PSTU e do PSOL e outros ativistas do movimento LGBT que carregavam bandeiras e faixas de organizações políticas. Esse é mais um desserviço do PT: ao abandonar completamente as lutas dos trabalhadores e dos setores oprimidos, levou a uma desilusão geral com os partidos políticos. O ódio aos partidos está diretamente relacionado ao que o "partido dos trabalhadores", em que tantos depositaram confiança, tem feito.

A atitude desses setores em tentar impedir as faixas e bandeiras, no entanto, remete ao fascismo. É inaceitável que numa marcha pela liberdade e por direitos humanos, as organizações de esquerda sejam atacadas por se somar à manifestação levando suas bandeiras e seu apoio.

Nós, do PSTU, sempre nos colocamos nas lutas contra o racismo, o machismo e a homofobia com uma perspectiva de classe porque, para nós, a luta dos oprimidos é inseparável da luta dos trabalhadores e trabalhadoras da cidade, do campo e da juventude contra o capitalismo e pela construção do socialismo. 

Somos defensores ferrenhos da liberdade de expressão e também da liberdade de organização para que todos os trabalhadores e trabalhadoras, bem como o movimento estudantil e popular, possam colocar suas reivindicações na rua. Por isso, nossas bandeiras estarão sempre erguidas, com orgulho, onde houver uma luta pela liberdade.

Ameaça neonazista no Rio de Janeiro


Da redação local

Ameaça aos militantes "vermelhos"
 remete a jargões da época do nazismo
 Na semana do 8 de março, dia internacional de luta da mulher trabalhadora, o bairro da Lapa foi coberto por cartazes de uma organização neonazista denominada Combat 18 – Divisão RJ. O “18” é derivado das iniciais de Adolf Hitler. O “A” e o “H” são a primeira e oitava letras do alfabeto latino.
Em uma clara tentativa de intimidar e provocar os movimentos sociais, muitos dos cartazes foram afixados nas colunas do prédio onde está situado o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado – PSTU. Um dos cartazes afirma: “Comunistas e subversivos, o Combat 18 está de olho em vocês.(...) Ninguém será poupado!!!(...) Estejam preparados pois a única alternativa para vocês é a MORTE!!! (...) Lixo vermelho a sua hora chegou”.
Original da Inglaterra, o Combat 18 tem seções em alguns países do mundo, entre eles o Brasil. É o braço armado do National Front, partido inglês de extrema direita nacionalista, fundado na década de 70. Nas eleições de 1979 recebeu mais de 190 mil votos. Em 2010 apresentou 17 candidaturas nas eleições gerais e 18 nas locais, não obtendo uma única representação. Possui ligações com os famosos torcedores hooligans e uma rede de bandas que promovem músicas neonazistas, o Blood&Honour (sangue e honra).
Na cidade do Rio de Janeiro, o Combat 18 tem aproximadamente cinco ou seis membros e não possui absolutamente qualquer lastro social. É um grupo de classe média que esconde seus rostos e são covardes contra aqueles que julgam inferiores. O blog da Divisão RJexibe os textos “Códigos da Raça Ariana”; os “25 pontos do Partido Nacional-Socialista Alemão (1920)”; imagens de espancamentos de moradores de rua negros; cartazes de agitação; além de inúmeras “teorias” raciais e antissemitas.
Diante de tais ameaças, o PSTU define que:
Aqui as ameaças fascistas
são contra mulheres e LGBT's
Em primeiro lugar: não toleraremos qualquer tipo de provocação, ameaça ou intimidação aos nossos e aos demais militantes de esquerda, movimentos sociais, ou de qualquer organização democrática.
Segundo: procuraremos demais partidos operários, partidos e entidades democráticas em geral, centrais sindicais e sindicatos, entidades estudantis, ONGs, quilombos, organizações LGBTs, movimentos sociais e parlamentares para fazer uma ampla campanha antineonazista.
Terceiro: Iremos também prestar queixa na polícia. Por mais que o Combat 18 não tenha expressão social, o PSTU entende que devemos nos precaver de qualquer inciativa desse grupo. 
Por último, o Combat 18 não conhece as tradições do movimento operário. Somos sobreviventes da Guerra Civil Espanhola e dos campos de concentração nazistas na II Guerra Mundial; vencemos as ditaduras na América Latina nas décadas de 60, 70 e 80; resistimos aos torturadores do regime militar. Sob a bandeira da Liga Operária e da Convergência Socialista lutamos contra a ditadurano Brasil. Em nome daqueles que lutaram e deram a vida combatendo os fascistas, não toleraremos qualquer tipo de ameaça à nossa organização.
Nos reconhecemos em cada militante que luta contra os planos de austeridade na Europa, ou contra as ditaduras no Norte da África e Oriente Médio. Somos homens e mulheres de todas as cores e nacionalidades, de todas as orientações sexuais e livres de todos os tipos de preconceitos. Nós somos grandes e não admitiremos que toquem em um só de nossos militantes.



Imagens Ato 8 de Março - Rio de Janeiro








Secretaria de Mulheres do PSTU lança cartilha e realiza debate:



VÍDEO - 8 de março: Dia Internacional de Luta da Mulher

Vídeo da vereadora Amanda Gurgel sobre o 8 de março

A unidade da classe é fundamental para qualquer vitória!


Editora Sundermann: Publicações marxistas sobre a "questão da mulher"



Acesse aqui o site da Editora Sundermann

Acesse aqui o Blog da Editora Sundermann

PSTU Niterói lança Cartilha de Mulheres no dia 07/03 na UFF

Confira as atividades deste 8 de março pelo país

Neste 8 de março as mulheres e militantes do PSTU vão às ruas contra a violência machista e em defesa dos direitos das mulheres trabalhadoras. Além de construir o MML (Movimento Mulheres em Luta, filiado à CSP-Conlutas) com independentes e outros setores, o PSTU vai organizar atividades do Luta Mulher em vários locais. Confira abaixo e participe!

• SÃO PAULO
São Paulo

8/3 – Ato unificado na Praça da Sé
Tema: A violência contra a mulher

9/3 – Debate sobre violência na sede do PSTU-SP (Rua Florêncio de Abreu, 248, Centro – próximo ao metrô São Bento – Tel.: (11) 3313 5604

São José dos Campos
5/3 a 8/3 – Panfletagens do MML no centro da cidade e nas fábricas

8/3 – Ato em frente à prefeitura
Tema: Violência, saúde e creches
Realização: MML, PSTU e CSP-CONLUTAS 

9/3, Sábado
Palestra "Mulheres - Da opressão à Libertação", com Camila Lisboa, da Secretaria Nacional de Mulheres do PSTU
Local: Rua Romeu Carnevalli, 63, Piso 1

Campinas
9/3 às 10h: Bloco Luta Mulher no ato unificado do Dia das Mulheres pelo Fim da Violência (em frente à Catedral Metropolitana)

9/3 12h: Almoço na sede do PSTU (R$15, cardápio variado, homens na cozinha)

9/3 Debate do MML sobre a violência das mulheres, às 12h no PSTU Campinas (Rua Saldanha Marinho 990, no centro)

ABC
8/3 – Participação no ato de São Paulo, na Praça da Sé

9/3 – Debate na sede do partido (Rua Carlos Miele, 58, Centro – atrás do terminal Ferrazópolis – São Bernardo do Campo – Tel. (11) 4339 7186)

Em todo o estado de São Paulo, haverá atividades nos locais de trabalho e em sindicatos. Em São Paulo, haverá debate no Espaço Cultural Latino-Americano (Ecla), no Fórum de Saúde e no Sindicato de Saúde, além da plenária nacional da Fenametro.

MINAS GERAIS
Belo Horizonte:

7/3 – Debate e exibição de filme na UFMG

8/3 – Ato unificado
Tema: A violência contra a mulher

8/3 – Assembleia de professores, que, logo após, se juntarão ao ato

12/3 – Debate e lançamento da Cartilha Luta Mulher, com Vanessa Portugal e e Dirlene, militante da Rede Feminista

16/3 – Posse dos delegados da Saúde 

Contagem
4/3 – Ato durante o julgamento do goleiro Bruno, em frente ao Fórum da cidade

16/3 – Debate sobre violência

Juiz de Fora
8/3 Manifestação às 18h no Calçadão da Rua Halfeld, em frente ao Banco do Brasil

9/3 às 14h PSTU Debate, na Casa de Cultura - Av. Rio Branco 3372 Tema:As mulheres na revoluções no mundo árabe e na resistência palestina, com Soraya Misleh

Itajubá
Almoço do MML



RIO DE JANEIRO
Rio de Janeiro

7/3 – Debate do MML no Sindicato dos Petroleiros do RJ

8/3, 16h – Ato Unificado da Grande Rio
Tema: “Na luta contra todas formas de violência a mulher”
Local: Candelária, com concentração às 16h e saída às 18h até a Cinelândia

15/3, 18h – Lançamento da Cartilha Luta Mulher e debate
Tema: “A origem do machismo e suas consequências nos dias atuais”
Local: Sindsprev (local a confirmar)

São Gonçalo
6/3 – Lançamento da Cartilha Luta Mulher

Niterói
7/3 – Lançamento da Cartilha Luta Mulher, às 18:30h, na UFF (Bloco E, Escola de Serviço Social)

9/3 – Panfletagem de Comerciários no Calçadão

Volta Redonda
9/3 – Lançamento da Cartilha Luta Mulher

Nova Iguaçu
13/3 – Lançamento da Cartilha Luta Mulher

Duque de Caxias
27/3 – Lançamento da Cartilha Luta Mulher, na sede do PSTU Duque de Caxias (Av. Brigadeiro Lima e Silva, 2048 - Sala 404/Centro), ás 18 horas.

Belford Roxo
15/3 – Lançamento da Cartilha Luta Mulher, na sede do Sepe Belford Roxo (Praça Getúlio Vargas, 112/sala 201), ás 18 horas. 

RIO GRANDE DO NORTE
Natal

6/3 Audiência pública na Câmara Municipal, às 9h,convocada pelo mandato Amanda Gurgel
Tema: Violência contra as mulheres em Natal e políticas de proteção.

7/3 Debate às 18h30 com o tema Opressão e violência: Qual a saída para as mulheres trabalhadoras?
Local: Nova sede do PSTU (inauguração da sede e lançamento da cartilha)
Rua Letícia Cerqueira, 23, Cidade Alta. 
(Travessa da Deodoro da Fonseca, entre o Marista e o CDF). 



8/3 Sessão solene na Câmara às 9h

8/3, a partir das 14h, ato político cultural e marcha pelo 8 de março
Concentração: Praça Vermelha

9/3, às 16h, atividade pelo Dia Internacional das Mulheres no Cjto Nova Natal. Local: Bar Pegada Brasileira (Estrada dos Caboclinhos, Nova Natal)

PARÁ
Belém

06/03: Atividade junto ao Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino Superior (Sindtifes); sobre a necessidade de se construir uma Creche Universitária - no Hall da Reitoria da UFPA; às 8h

07/03: Sessão especial na Câmara Municipal de Belém; homenagem à "Tia Maria", uma das mais antigas operárias da Construção Civil de Belém; às 9h

7/3 – Sessão especial na Câmara de Vereadores: Homenagem a Tia Maria, operária da construção civil. O vereador Cleber Rabelo (PSTU-PA) falará sobre creche e violência

8/3 – Ato unificado
Tema: A luta contra o machismo, criminalização dos movimentos sociais, ACE e creche. Concentração em frente ao Centro Integrado de Governo (CIG) - Avenida Nazaré c/ Quintino; às 9h. Participação: MST

08/03: Atividade de Mulheres da Construção Civil - no Sindicato da Construção Civil (Avenida 9 de Janeiro);às 17h

10/03: Arrastão de blocos de carnaval contra a violência à mulher - no bairro da Sacramenta; às 14h

14/03: Seminário de Combate às Opressões da UEPA - no campus CCSE (Djalma Dutra, Telégrafo); às 8h

15/03: Lançamento da Cartilha de Mulheres do PSTU - na sede do PSTU (Avenida Almirante Barroso); às 17h

RIO GRANDE DO SUL
Porto Alegre

8/3 – Ato unificado
Trabalhadores da educação farão assembleia do Cpers-Sindicato e, logo após, sairão em caminhada para se juntar à marcha unificada com outros setores. A manifestação terminará em frente ao Palácio Piratini, onde serão feitas exigências ao governo.

PARANÁ
Curitiba

8/3 – Palestra no Hospital de Clínicas
Realização: MML e Sindtest

8/3 – Ato unificado

DISTRITO FEDERAL
Brasília

Panfletagens do MML no terminal rodoviário

CEARÁ
Fortaleza

1/3 – Cine Luta Mulher com o filme “Cairo 678” e debate

8/3, no final da tarde – Ato unificado

A CSP-Conlutas deve discutir uma data para realizar uma plenária após o dia 8 de março.

Na confecção feminina: 
1) Segunda: atividade da ANEL de pré-congresso com o tema das opressões (MML vai estar na mesa); 
2) Audiência na Câmara dos Vereadores sobre o tema dos direitos reprodutivos da mulher 

PERNAMBUCO
Recife

6/3 às 17h, no Simpere: Oficina de confecção dos pirulitos, aventais e demais adereços da coluna do 8 de março

8/3, às 9h: Aula atividade Simpere, na Praça do Diário. Às 14h: Ato unitário e passeata, com concentração em frente à Faculdade de Direito
Às 16h: Passeata da Faculdade de Direito até o Pátio do Carmo
19h - Abertura do Congresso dos Correios com Saudação ao dia 8 de março

9/3: Espaço Socialista - A luta pela emancipação da mulher nos últimos 30 anos e os diferentes feminismos. SINDPD, na rua Bispo Cardoso Ayres, 111 - Boa Vista

Outras atividades que o MML estará presente:

6/3 - Seminário Interno das Mulheres do Sintufepe UFPE
14h - Mulheres no Movimento Sindical
Debatedoras: CSP Conlutas/ CTB/ CUT/ Intersindical

9/3 - Congresso dos Correios
9h - Mesa sobre Opressões

PARAÍBA
João Pessoa

8/3 – Palestra na sede do PSTU-PB (Av. Sérgio Guerra, 311, Sala 1, João Pessoa – Tel.: (83) 241 2368)
Tema: Violência

MARANHÃO
São Luiz

8/3 Ato público a partir das 15h na Praça Deodoro

ALAGOAS
Maceió

8/3 – Ato unificado

9/3 – Lançamento da Cartilha Luta Mulher com Vera Lúcia 

SERGIPE
Aracaju

9/3 – Debate no Conselho de Base do Sindpetro

22/3 – Lançamento da Cartilha Luta Mulher

PIAUÍ
Teresina

8/3 – Ato e atividades do MML

ATIVIDADES INTERNACIONAIS
Participação do MML no Encontro Internacional Sindical convocado por centrais como a CSP-Conlutas (Brasil) e o Solidaires (França)

Debate no COBas (Espanha), com Ana Rosa Minutti, da Secretaria Nacional de Mulheres do PSTU