Companheir​o Paulo Piramba: PRESENTE

Às companheiras e companheiros do Enlace
À companheira Luciene Lacerda e demais familiares
Às companheiras e companheiros do PSOL

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado – PSTU expressa sua solidariedade e pesar com o súbito falecimento do companheiro PAULO PIRAMBA, militante do Enlace e do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

Piramba era fervoroso defensor da preservação ambiental, da batalha por uma compreensão socialista da questão ecológica.

Piramba militou sob a bandeira da IV Internacional. Como militantes que reivindicamos essa mesma tradição política nos dirigimos à companheira Luciene; aos familiares; às companheiras e companheiros do Enlace e do PSOL. Com vocês nos somamos ao brado:

Companheiro Piramba: PRESENTE!

Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado – PSTU
(Aprovado na Reunião da Direção Nacional)

Por que o PSTU desperta o ódio da Globo e de Cabral?

No dia 14 de julho, quinta-feira, durante entrevista em estúdio com a professora Beatriz Lugão, da Coordenação Geral do SEPE, a repórter da Globo preparou o terreno: “agora uma pergunta delicada”. A partir daí, em um curto espaço de tempo, foi disparada uma série de ataques a nosso partido, o PSTU.

Os apresentadores tentaram passar a imagem que a greve dos profissionais da educação estaria a serviço de candidaturas às próximas eleições municipais; citou supostas agressões ao secretário estadual de Educação, Sr. Wilson Risolia; e chegou a apontar a participação do PSTU nos atos contra Obama, afirmando um “descontrole” no protesto em frente ao Consulado. O pano de fundo era tentar uma desqualificação de nosso partido e da greve, uma das mais fortes já vistas.




Os profissionais da educação saberão responder ao desrespeito com a categoria, saberão responder à tentativa da Globo de reduzi-los a ingênuos, a mera massa de manobra acrítica. A manutenção da greve e a conquista das reivindicações será uma boa e contundente resposta.

O ódio de classe nutrido contra o PSTU pela Globo, por Cabral, pelos ricos e poderosos é uma reação à política de nosso partido de ser um porta-voz dos anseios e necessidades dos trabalhadores e do povo pobre e ao fato de nosso partido ser parte integrante de suas lutas, mobilizações e reivindicações.

Temos orgulho de ter estado e permanecido ao lado dos trabalhadores e do povo pobre vitimados nas enchentes da região serrana. Junto com outros partidos e entidades políticas e sindicais ajudamos a materializar os comboios de solidariedade classista organizados a partir da CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular) que levaram mantimentos, remédios e água às vítimas. Mas levamos também a denúncia que mais que vítimas das chuvas nossos irmãos e irmãs trabalhadoras foram vítimas da irresponsabilidade dos diferentes governos – Cabral e Dilma entre eles – que não investiram em prevenção e ainda hoje deixam parte das vítimas sem apoio. Temos orgulho de hoje estarmos, junto aos desabrigados e moradores da região serrana lutando contra a corrupção nas prefeituras, e exigindo a imediata reconstrução dos bairros operários que estão abandonados pelo poder publico.

Quando Dilma promulgou o ridículo aumento do salário mínimo e os deputados aumentaram os próprios salários em 62%, nosso partido nas ruas exigiu aumento zero para deputados e 62% para o salário mínimo.

A mando de Obama e Dilma, o governo Cabral montou uma farsa tentando acusar o PSTU de ser uma organização terrorista. Agradecemos aos trabalhadores, aos intelectuais, aos democratas, aos partidos e dirigentes sindicais que se colocaram na intransigente defesa do nosso partido e de todos os perseguidos políticos durante a visita do presidente dos Estados Unidos.

Cabral tentou, com uma farsa jurídica, dar satisfações à Dilma e ao novo senhor da guerra – Barack Obama mandou para os presídios do Rio estudantes, professores, advogados, lutadores, que simplesmente defendiam nosso petróleo e os interesses do nosso povo. O PSTU se orgulha de ter estado à frente, com outros partidos, sindicatos e organizações do movimento social, das mobilizações que quebraram a tentativa de criar consenso em torno da visita do chefe maior do imperialismo. Fomos parte ativa em denunciar que Obama veio ao Brasil a convite de Dilma para arrancar garantias de posse do pré-sal para empresas ianques, para conseguir fôlego político para atacar a Líbia, para garantir a manutenção de tropas na ocupação do Haiti. Os protestos obrigaram Obama a abandonar a cerimônia na Cinelândia, e ter de se esconder no Theatro Municipal.

Antes mesmo de o Rio se tingir de vermelho com a força da luta dos bombeiros e do apoio da população, nossos militantes já levavam solidariedade à luta dessa categoria. O vermelho de nossas bandeiras tremulou junto às de outros partidos e sindicatos no acampamento da Assembléia Legislativa e estava na marcha dos 50 mil em apoio aos bombeiros e aos profissionais de educação. Temos orgulho de ter produzido um slogan que dizia “somos todos bombeiros”, e ter feito um adesivo e um cartaz defendendo a liberdade dos 439 bombeiros presos por Cabral , adesivo usado por dezenas de milhares de trabalhadores e estudantes que denunciavam Cabral como ditador do Rio e exigia reajsute para os bombeiros e professores.

Há anos o vermelho de nossas bandeiras é parte da luta dos profissionais da educação. Temos orgulho de ser parte de uma das categorias que mais luta em nosso estado. Estaremos comemorando juntos e orgulhosamente a vitória da greve.

Os ataques da Globo, as farsas jurídicas de Cabral não nos intimidam. Ao contrário, o temor que nossas poucas bandeiras causam nada mais é que o pesadelo constante dos ricos e poderosos: cedo ou tarde os trabalhadores e o povo pobre descobrirão o poder de sua unidade e saberão quebrar as correntes que os mantém presos à exploração. O vermelho de nossas bandeiras não os permite esquecer que a alternativa ao mundo deles, esse mundo de fome, miséria e violência que o capitalismo reserva, está mais viva que nunca. A alternativa é que nós trabalhadores tomemos nossos destinos em nossas próprias mãos e governemos nós mesmos, no socialismo com democracia.

Aos ataques e ao ódio da Globo, de Cabral, dos ricos e poderosos respondemos com uma certeza: nenhum passo daremos atrás!

Juntos, sendo parte dos profissionais da educação, respondemos a eles: A GREVE CONTINUA, CABRAL A CULPA É SUA!

Julho de 2011
PSTU RJ

Nesta quinta, PSTU vai à TV e mostra indignação dos trabalhadores

Programa semestral do partido alerta sobre o alto endividamento dos trabalhadores e denuncia os baixos salários


Da redação



Gravação do programa

• Na próxima quinta-feira, 21 de julho, o PSTU vai à TV para conversar com as trabalhadoras e trabalhadores do país sobre as suas vidas. Como a sua situação?

De um lado, o governo incentiva o endividamento das famílias, com juros altíssimos para a população e irrisórios para os banqueiros, arrocha salário, sucateia a educação e a saúde. De outro, os trabalhadores começam a se indignar, fazem greves, exigem salário e respeito.

O Brasil cresceu, mas a vida não vai tão bem quanto se diz: inflação, longas jornadas de trabalho, salários baixos, dívidas. Já os bancos nunca lucraram tanto quanto nos dois governos Lula, continuado agora por Dilma.

É por isso que greves e protestos começam a explodir, mostrando a indignação. Vamos mostrar a luta dos trabalhadores, aqui e na Europa, indignados com o capitalismo.

Essa é uma das poucas oportunidades que o PSTU tem para falar às massas desse país e mostrar o seu programa. Assista e conheça um pouco mais o nosso partido.

Logo após o programa, participe do twittaço #indignados.

Programa quinzenal - Conversa com o trabalhador endividado

Frente Nacional dos Torcedores convoca todos e todas para audiência com Ministério Público Federal

Veja o informe
Confira o cartaz da convocatória

Nada está perdido! A Frente nacional dos Torcedores conseguiu marcar com o Procurador do Ministério Público Federal (MPF), Dr. Maurício Andreiuolo uma Audiência Pública sobre o Maracanã. A mutilação do bem tombado, o estupro do maior estádio do mundo, são atos que não podem ficar impunes!
  Embargar a obra é possível. Existe base legal para isso. No entanto, é preciso mobilizar a sociedade, é necessário convocar toda a galera para invadir o auditório do MPF e mostrar a força da luta pela preservação do Estádio Mário Filho – Maracanã! Para que você nunca deixe de cantar que “Domingo irá ao Maracanã, torcer para o time que você é fã”, para que o Maraca volte a ser do povo, para que a cobertura não seja derrubada, para que futuramente a Geral volte a existir, enfim, é mais do que necessária sua presença na Audiência Pública. É preciso mais que isso, é preciso convocar amigos, familiares, irmãos de arquibancada, é preciso lotar as galerias do Ministério Público Federal! É indispensável dar sustentação política forte, com a presença de bastante gente, para que o Procurador possa agir juridicamente, para que o processo seja vitorioso, para que o Maracanã volte a ser do povo!

NADA ESTÁ PERDIDO!
A FRENTE LUTA PELO TORCEDOR!
AHA-UHU O MARACANÃ SEMPRE SERÁ NOSSO! SEMPRE SERÁ DO POVO!
VAMOS VENCER!
MAS, PRA ISSO, o MARACANÃ PRECISA DE VOCÊ!


SALVAR O MARACANÃ FAZ PARTE DO PROCESSO DE SALVAR O FUTEBOL DA CORRUPÇÃO E ROUBALHEIRA!
COMPAREÇA DIA 28 DE JULHO (QUINTA), ÀS 14HS, NO AUDITÓRIO DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL (AV. NILO PEÇANHA, 31, CENTRO - RIO DE JANEIRO)! COMPAREÇA E CONVOQUE QUEM PUDER!


Porque não aceitei o prêmio do PNBE

Oi, nesta segunda,o Pensamento Nacional de Bases Empresariais (PNBE) vai entregar o prêmio "Brasileiros de Valor 2011". O júri me escolheu, mas, depois de analisar um pouco, decidi recusar o prêmio.
Mandei essa carta aí embaixo para a organização, agradecendo e expondo os motivos pelos quais não iria receber a premiação. Minha luta é outra.
Espero que a carta sirva para debatermos a privatização do ensino e o papel de organizações e campanhas que se dizem "amigas da escola".

Amanda



Natal, 02 de julho de 2011

Prezado júri do 19º Prêmio PNBE,

Recebi comunicado notificando que este júri decidiu conferir-me o prêmio de 2011 na categoria Educador de Valor, “pela relevante posição a favor da dignidade humana e o amor a educação”. A premiação é importante reconhecimento do movimento reivindicativo dos professores, de seu papel central no processo educativo e na vida de nosso país. A dramática situação na qual se encontra hoje a escola brasileira tem acarretado uma inédita desvalorização do trabalho docente. Os salários aviltantes, as péssimas condições de trabalho, as absurdas exigências por parte das secretarias e do Ministério da Educação fazem com que seja cada vez maior o número de professores talentosos que após um curto e angustiante período de exercício da docência exonera-se em busca de melhores condições de vida e trabalho.

Embora exista desde 1994 esta é a primeira vez que esse prêmio é destinado a uma professora comprometida com o movimento reivindicativo de sua categoria. Evidenciando suas prioridades, esse mesmo prêmio foi antes de mim destinado à Fundação Bradesco, à Fundação Victor Civita (editora Abril), ao Canal Futura (mantido pela Rede Globo) e a empresários da educação. Em categorias diferentes também foram agraciadas com ele corporações como Banco Itaú, Embraer, Natura Cosméticos, McDonald's, Brasil Telecon e Casas Bahia, bem como a políticos tradicionais como Fernando Henrique Cardoso, Pedro Simon, Gabriel Chalita e Marina Silva.

A minha luta é muito diferente dessas instituições, empresas e personalidades. Minha luta é igual a de milhares de professores da rede pública. É um combate pelo ensino público, gratuito e de qualidade, pela valorização do trabalho docente e para que 10% do Produto Interno Bruto seja destinado imediatamente para a educação. Os pressupostos dessa luta são diametralmente diferentes daqueles que norteiam o PNBE. Entidade empresarial fundada no final da década de 1980, esta manteve sempre seu compromisso com a economia de mercado. Assim como o movimento dos professores sou contrária à mercantilização do ensino e ao modelo empreendedorista defendido pelo PNBE. A educação não é uma mercadoria, mas um direito inalienável de todo ser humano. Ela não é uma atividade que possa ser gerenciada por meio de um modelo empresarial, mas um bem público que deve ser administrado de modo eficiente e sem perder de vista sua finalidade.

Oponho-me à privatização da educação, às parcerias empresa-escola e às chamadas “organizações da sociedade civil de interesse público” (Oscips), utilizadas para desobrigar o Estado de seu dever para com o ensino público. Defendo que 10% do PIB seja destinado exclusivamente para instituições educacionais estatais e gratuitas. Não quero que nenhum centavo seja dirigido para organizações que se autodenominam amigas ou parceiras da escola, mas que encaram estas apenas como uma oportunidade de marketing ou, simplesmente, de negócios e desoneração fiscal.

Por essa razão, não posso aceitar esse Prêmio. Aceitá-lo significaria renunciar a tudo por que tenho lutado desde 2001, quando ingressei em uma Universidade pública, que era gradativamente privatizada, muito embora somente dez anos depois, por força da internet, a minha voz tenha sido ouvida, ecoando a voz de milhões de trabalhadores e estudantes do Brasil inteiro que hoje compartilham comigo suas angústias históricas. Prefiro, então, recusá-lo e ficar com meus ideais, ao lado de meus companheiros e longe dos empresários da educação.

Saudações,

Professora Amanda Gurgel

Sérgio Cabral, um governo dos empresários

Ricardo Tavares, do Rio de Janeiro


• Na sexta feira, 17 de junho, um acidente com um helicóptero na praia de Jacumã, entre Trancoso e Caraíva, no município de Porto Seguro (BA), chamou a atenção do país. A queda do helicoptero foi amplamente noticiada, ainda mais porque uma das vítimas deste triste acidente há sete anos namorava o filho de Sérgio Cabral, governador do Rio. O acidente envolveu amigos do governador, empreiteiros, familiares e funcionários, em um episódio trágico, que emocionou ainda mais pelas crianças que estavam no voo.

No entanto, a tragédia provocou mais do que tristeza e solidariedade. Deu início a mais um escândalo que envolve o governador Sérgio Cabral e mostra suas relações com empreiteiros, doleiros, empresários com processos ambientais...

Eike Batista doou R$ 750 mil para a campanha de Cabral, em 2010. Está envolvido na preparação da Copa e goza de isenção de impostos. Foi em seu avião que Sergio Cabral e sua família viajaram ao Sul da Bahia.

O empresário Fernando Cavendish, que festejava o seu aniversário num resort no sul da Bahia com Cabral, é dono da Delta construções. Apenas este empreiteiro receberá do governo do estado R$ 1 bilhão - são 18 contratos com o governo estadual, sendo que 13 sem licitação.

Sem falar em Marcelo Mattoso de Almeida, dono do helicóptero que caiu. O ex-doleiro acusado de fraude cambial há 15 anos é dono do Jacumã Ocean Resort, onde Cabral se hospedou. Este mesmo doleiro foi dono da empresa Firts Class, acusada de crime ambiental na Praia de Iguaçu, na Ilha Grande, Angra dos Reis.

Sergio Cabral, um governador a serviço dos empresários
O governador procurou se esconder da imprensa, ocultando a sua presença no Sul da Bahia. Em vão. Desmascarado, foi alvo de duras críticas sobre suas relações com os empresários. Eike Batista, saiu na defesa do governador, e disse que “tem o direito de escolher os seus amigos”. Sim, claro, mas Sergio Cabral, ocupando este cargo, não tem o direito de receber presentes, como o transporte e hospedagem no litoral baiano.

Seis meses de Dilma - Nada a comemorar, a não ser as lutas

RS: Governo Tarso e PT metem a mão no bolso dos servidores e iniciam desmonte da Previdência pública

PSTU-RS

• Na última terça-feira, 28 de junho, a base governista na Assembleia Legislativa aprovou os principais projetos do chamado ‘PacoTarso’. A criação de um fundo de capitalização, aumento da contribuição dos servidores públicos e redução do pagamento das RPV’s compõem os principais ataques que o governo Tarso impôs aos trabalhadores.

O projeto, que tramitou no Legislativo em regime de urgência, foi alterado no mesmo dia de votação. Se antes o governo propunha aumentar a contribuição dos servidores que recebem mais de R$ 3.689,66 agora, todos os servidores serão atingidos. O governo diminuiu o aumento da alíquota de 16,5% para 14,5%, mas estendeu o aumento para todos. Tarso promete repor o valor descontado aos trabalhadores que recebem abaixo do teto do INSS, mas nada garante que isso será permanente.

O PSTU vem afirmando que os projetos do governo são um grande ataque aos trabalhadores por dois motivos principais: Primeiro, porque o governo não reconhece o rombo da previdência como uma dívida para com os trabalhadores. Ao longo dos anos os governos de plantão desviaram uma quantia incalculável do caixa da previdência e não repuseram esse valor para garantir o pagamento das aposentadorias. Essa é a origem do que o governo chama de “desequilíbrio insustentável'. Segundo, porque a reforma do governo não vai solucionar o déficit histórico da previdência. Ao invés de enfrentar os grandes problemas que impedem o desenvolvimento do estado, como a dívida com a União e a política de isenções e sonegação de impostos, o governo Tarso repete a mesma receita dos governos neoliberais de repassar a conta para os trabalhadores pagarem e inicia o desmonte da previdência pública.

Além disso, a criação do novo fundo previdenciário – baseado na capitalização – institui um modelo baseado na lógica do mercado e sem nenhuma garantia para os servidores. É um tiro no escuro, um retrocesso! A proposta deixa a "porta aberta" para implantação da Previdência Complementar, ou seja, previdência privada.

É justo que quem ganha mais pague mais?
O discurso do governo, para convencer a população da necessidade de aprovar o PacoTarso, é uma cortina de fumaça para esconder o debate principal. O governo afirma que é justo que os trabalhadores que recebem mais de R$ 3.689,66 paguem mais. Além disso, o governo reforça a campanha neoliberal de que os servidores públicos são privilegiados, com o objetivo de reduzir seus direitos.

Esse discurso não é novo e só serve para atacar os trabalhadores. Se realmente é justo que quem ganha mais pague mais, porque o Jorge Gerdau não paga mais impostos? A GM? O grande problema desse raciocínio é que ele só serve para os trabalhadores.