Dia Nacional de Luta dos Servidores Públicos Federais reúnem cerca de 4 mil manifestantes no Rio

O funcionalismo federal realizou nesta terça-feira, 31 de julho mais um Dia Nacional de Luta. No Rio de Janeiro cerca de 4 mil servidores públicos federais e estudantes em greve ocuparam hoje algumas das principais avenidas do centro da cidade. O objetivo foi aumentar a pressão sobre o governo da presidente Dilma e a manifestação fez parte do Dia Nacional de Luta dos SPF’s, tirado pelo Comando Nacional de Greve (CNG) após a Marcha a Brasília.
Como mesmo após três meses de greve, e oito rodadas de negociações infrutíferas, os o governo se recusa a negociar o movimento grevista tem agitado o mote “Chega de enrolação, negocia Dilma!” e os manifestantes aproveitaram para denunciar o enorme gasto com o pagamento da dívida pública (agiotas e especuladores do mercado financeiro), que chega à 47% do PIB, enquanto que o reajuste proposto pelos servidores (22,08%) não atinge nem o percentual de 3% do PIB (Produto Interno Bruto).
Além dessas bandeiras a pauta unificada do funcionalismo reivindica, manutenção das 30 horas sem redução de salário, concurso público, melhores condições de trabalho, mais verbas para o setor público, não à privatização e suspensão de projetos que retiram direitos dos servidores.
É bom frisar que a intransigência do governo Dilma se baseia na necessidade de impor um forte controle fiscal e limitar os gastos por conta dos reflexos da crise econômica internacional no Brasil.
Por outro lado, Dilma continua concedendo isenções fiscais para as grandes empresas com a suspensão do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) mas não se coloca intransigentemente na defesa do  emprego e dos trabalhadores, como no caso da GM de São José dos Campos.
O ato que foi convocado de forma unitária pelas entidades dos servidores e estudantes em greve e pelas centrais sindicais CSP-Conlutas, CUT e CTB e seus sindicatos filiados teve a presença de muitos trabalhadores de outras categorias e do movimento popular.
Os militantes As candidaturas e do PSTU, como a do candidato à prefeito do Rio Cyro Garcia também marcaram forte presença levando sua solidariedade ao manifestantes.O ponto negativo foi o forte aparato policial montado pelo governo Cabral que chegou a perfilar o Batalhão de Choque na porta da Alerj.


Lançamento de comitê de campanha Daniel Macedo 16.007


Campanha nacional de filiação: Tome partido, filie-se ao PSTU

Conheça o PSTU, um partido de mulheres, homens e jovens que lutam por um mundo sem injustiças sociais, um mundo socialista


PSTU lança campanha de filiações
As eleições municipais estão começando e, mais uma vez, a população será bombardeada por todos os lados por promessas vazias e muita demagogia. Sorrisos falsos, gravatas e as mesmas mentiras que, de quatro em quatro anos, prometem o paraíso na terra em troca de um voto.

Entre as campanhas milionárias dos candidatos dos grandes partidos na TV, porém, com poucos segundos e uma modesta produção, estará o PSTU. Ao contrário das promessas e discursos dos outros candidatos, a campanha do PSTU mostrará a luta dos trabalhadores, denunciará a injustiça social que continua sendo a marca deste país e apresentará propostas dos trabalhadores para os principais problemas que afetam nossas cidades. Defenderá, enfim, uma cidade para os trabalhadores.

Da mesma forma, enquanto que nas ruas você esbarrará com verdadeiros batalhões de cabos eleitorais pagos, talvez encontre também as bandeiras vermelhas do PSTU e os nossos próprios candidatos conversando com a população e entregando panfletos com as nossas propostas. E você poderá ter certeza: aquelas pessoas não são funcionários pagos, mas militantes, atuando em prol de um ideal, que atuam não só nas eleições, mas durante todo o ano, dedicando parte da vida na luta por um mundo mais justo.

E qual é esse ideal? O que quer o PSTU?

O partido das lutas e do socialismo
O PSTU é um partido formado por jovens, trabalhadoras e trabalhadores que lutam por um mundo melhor. Participamos das eleições para dialogar com a população e a juventude e, eventualmente, eleger lutadores que, uma vez no parlamento, atuarão como porta-vozes dos trabalhadores e suas lutas. Mas não temos ilusões. Tantos as eleições quanto o parlamento são jogos de cartas marcadas da classe dominante, que existem para deixar tudo como está.

Hoje, lamentavelmente, grande parte da esquerda abandonou qualquer perspectiva de transformação social para apostar em uma ação unicamente eleitoreira, utilizando os cargos no parlamento (e seus privilégios) como um fim em si mesmo.

Para nós, só a luta muda vida. Ou seja, só a ação direta dos trabalhadores e a juventude são capazes de arrancar alguma mudança significativa.

Mas a luta, por si só, tem limitações. Por exemplo, uma greve pode conquistar reajuste salarial, mas logo depois ele é 'comido' pela inflação. Uma mobilização estudantil pode arrancar medidas como abertura de vagas em uma universidade, mas isso não impede que posteriormente o governo corte recursos da Educação e sucateie essa universidade. Enquanto alguns conquistam moradias, outros tantos são expulsos de suas casas pela especulação imobiliária. Para superar essa limitação é que se faz necessário uma organização revolucionária, que dê um sentido estratégico às mobilizações e lutas dos trabalhadores.

E qual é essa estratégia?

Não acreditamos que o capitalismo possa ser 'humanizado'. Para acabar de vez com as injustiças sociais, temos que superar esse sistema capitalista, extinguindo a exploração do homem pelo homem, e colocando a produção e as riquezas que nós mesmos fazemos em prol das necessidades da maioria da população. É para isso que existe o PSTU.

O seu voto, para nós, é muito importante, na medida em que sinaliza um apoio às propostas socialistas e um protesto contra o atual sistema. Mas não queremos apenas o seu voto. Queremos que você esteja conosco após as eleições, nas lutas, mobilizações, campanhas e eventos que o PSTU está presente e realiza durante todo o ano. Para isso fazemos um convite especial a você. Filie-se!

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  • PSTU lança campanha nacional de filiação


    CONHEÇA MAIS SOBRE O PSTU
  • O que é socialismo

  • PSTU: Uma história de mais de 30 anos junto à classe operária

  • Nossa concepção de partido

  • Um partido que luta contra as opressões


  • 11/08 - Candidatura de Dayse Oliveira realizará o seminário de programa "São Gonçalo para os trabalhadores".


    No Dia Latino-americano e Caribenho da Mulher Negra, os candidatos do PSTU denunciam opressão racial.

    Neste 25 de julho, dia da Mulher Negra da América Latina e do Caribe, é lamentável não ter o que comemorar. Mesmo num país governado por uma mulher, as mulheres negras continuam sendo as mais pobres das pobres, que ocupam os piores postos de trabalho e são as que possuem maior probabilidade de morrer por mortalidade materna”, denuncia Cyro Garcia, candidato a prefeito.
      
    O dia 25 de julho foi escolhido em 1992
    para marcar a luta da mulher negra e latina
       Atualmente, cerca de 2,6 mulheres afrodescendentes morrem por dia por causas maternas, enquanto entre as mulheres brancas este índice é de 1,5. Segundo relatório elaborado pelo Laboratório de Análises Econômicas, Históricas, Sociais e Estatísticas das Relações Raciais (LAESER) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009/2010), 40,9% das mulheres negras (pretas e pardas) tem menor acesso aos exames ginecológicos preventivos; 37,5% nunca fizeram exame de mamas, 40% nunca fizeram mamografia, 15,5% jamais fizeram exames para detectar o câncer de mama.
       “Em relação à inserção no mercado de trabalho, a situação da mulher negra não melhorou. As heranças escravocratas e patriarcais ainda estão presentes em pleno século XXI. As mulheres negras são maioria no trabalho doméstico. Em 1999, representavam um índice de 55% das mulheres que ocupam este posto de trabalho extremamente precarizado e com baixos salários. Em 2009, o índice subiu para 61,6%.”, argumenta Cyro.
       Segundo dados de 2009 do IPEA, 37,6% dos domicílios chefiados por trabalhadoras domésticas se encontravam abaixo da linha de pobreza e o rendimento médio destas mulheres correspondia a exatos R$ 386,45 (44% a menos do os R$ 556,73 pagos em média aos homens que exercem funções “domésticas”; e também inferior ao salário das mulheres brancas, que era de R$421,58).
    25 de julho
       O dia 25 de julho é o “Dia da Mulher Negra da América-latina e do Caribe”, instituído em 1992, quando representantes de 70 países participaram do 1º Encontro de Mulheres Negras da América-latina e do Caribe, em San Domingo, na República Dominicana. A instituição da data teve como objetivo dar visibilidade às demandas e às conquistas das descendentes da diáspora africana.

    Seminário "Rio para os trabalhadores" debate programa da candidatura de Cyro Garcia à prefeito


    A candidatura de Cyro Garcia à prefeito do Rio de Janeiro realizou nos últimos dias 20 e 21/7 o seminário de programa “Rio para os trabalhadores”.

    O evento, que contou com a presença de mais de 140 pessoas, teve na mesa de abertura, realizada na sexta-feira (20/7) o historiador Felipe Demier, a professora e historiadora Virgínia Fontes, além de Cyro Garcia e de sua candidata à vice Marília Macedo.
    Também fizeram uso da palavra para saudar o seminário o professor Marcelo Badaró, a professora Sõnia Lúcio e o jornalista Álvaro Neiva, todos militantes do PSOL.
    O seminário teve continuidade no sábado, 21/7, onde diversos militantes e intelectuais fizeram contribuições, como: Kênia Miranda, Maristela Abreu, Danilo Firmino, Cléber Pinheiro, Vera Nepomuceno e Júlio Anselmo (mesa de Juventude, Educação e Cultura): Sara Granemann, André Villar, Ísis Aigott e Demian Melo (mesa de Saúde e Meio-ambiente); e Adriano Carmelo, Marcos Pestana, Felipe Brito e Rômulo Mattos.
    Com o seminário, o PSTU se propôs desta forma a construir, em conjunto com setores combativos da sociedade, um programa para as suas candidaturas nestas eleições.


    PSTU convida: Seminário O Rio de Janeiro para os Trabalhadores da candidatura Cyro Garcia prefeito 16, nos dias 20 e 21de julho.

    O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) realizará, nos dias 20 e 21 de julho, o seminário "Rio de Janeiro para os Trabalhadores".



    O evento faz  parte da agenda de atividades do partido para a disputa das eleições municipais do Rio de Janeiro. Com o seminário, o PSTU pretende construir, em conjunto com a sociedade, o programa das candidaturas nestas eleições e também apresentar os seus candidatos. 

    A mesa de abertura ocorrerá na sexta-feira, dia 20 de julho, no Centro, a partir das 18h. No sábado, 21 de julho, ocorrerão mesas temáticas com discussões sobre Educação, Juventude e Cultura; Saúde e Meio Ambiente; e Questões Urbanas, a partir das 9h no ISERJ. O evento contará com a presença de diversos intelectuais, ativistas e personalidades importantes na cena política da cidade do Rio de Janeiro, como Marcelo Badaró (professor doutor da UFF), Virginia Fontes (pesquisadora doutora da Fiocruz), Felipe Demier (doutor em história) e Demian Melo (professor doutor da UFRJ).

    O PSTU convida toda a sociedade e, em epecial, os militantes, filiados e simpatizantes do partido, além dos ativistas dos movimentos sociais, para participarem ativamente do processo democrático de construção do programa eleitoral do partido.

    Cyro Garcia (PSTU) desafia os demais candidatos a receberem salário de operário se eleitos


    Cyro Garcia, candidato do PSTU à prefeitura do Rio de Janeiro, desafia os candidatos ao executivo e à Câmara Municipal a receberem a média salarial de um operário qualificado quando eleitos.

     “Os candidatos eleitos do PSTU não têm as vantagens e regalias dos demais. Uma vez empossados, receberão o salário equivalente ao salário médio de um operário qualificado no estado do Rio de Janeiro, cerca de R$ 3.000. Milhares de trabalhadores cariocas são obrigados a sobreviver com salários bem menores do que este. Eles sofrem com a alta dos preços da moradia, ditada pelas empreiteiras e pela especulação imobiliária. Com estes salários os trabalhadores pagam seus aluguéis, a alimentação da família, além de gastos com a saúde e a educação dos seus filhos. O PSTU desafia os políticos desta cidade, atuais e futuros, a viverem desta maneira”, argumenta o candidato do PSTU.
    Bem diferente da realidade da maioria dos trabalhadores, o prefeito da cidade do Rio de Janeiro ganha R$ 13.299 de salário bruto, o que equivale a aproximadamente 21 salários mínimos, sem contar os benefícios e os bônus adicionais.  
    Um vereador na cidade do Rio de Janeiro, por sua vez, recebe cerca de R$ 11 mil mensais, após o reajuste superior a 60% votado no início de 2011 pelos próprios vereadores.  
    O PSTU defende que todos os vereadores e prefeitos recebam o salário médio de um operário qualificado e é contra os aumentos abusivos que os próprios legisladores dão a eles próprios. Não é possível tolerar as fortes repressões que professores, bombeiros, policiais, médicos e outras categorias têm recebido do estado quando reivindicam aumentos salariais. Ainda mais quando não percebemos nos parlamentares a mesma dedicação à redução da folha salarial quando se trata do aumento de seus próprios vencimentos.”, denuncia Cyro.

    Carta Aberta em defesa do IASERJ

    
    Manifestantes  fazem vigília para impedir o fechamento do Hospital do IASERJ
    Rio de Janeiro, 15 de julho de 2012

    Caríssimos, 

    Passamos uma madrugada de horror!
    O prédio do IASERJ foi invadido no final da noite de ontem pelo choque, que garantiu a entrada de uma equipe da secretaria de saúde para fazer o trabalho sujo da remoção dos pacientes do Hospital.
    Os médicos e trabalhadores do IASERJ assistiram ao deslocamento de seus pacientes sem condições de impedirem tamanha atrocidade, pois havia juntamente com a equipe do governo, dois promotores, que a qualquer ação dos trabalhadores do IASERJ ameaçavam-nos de prisão.
    Do lado de fora, além de um grupo de policiais do choque fortemente armados, as ruas ao redor foram fechadas com barricadas feitas pelo Choque. Um carro do BOPE, ficava dando ronda juntamente com carros da PM. Agentes da polícia civil, os conhecidos P2, se misturavam entre os poucos manifestantes que procuravam resistir no portão de fora. Três caminhões-baú ficaram estacionados em frente ao hospital aguardando o momento de entrar para efetuar a mudança dos equipamentos.
    O que assistimos foi pura covardia: 18 ambulâncias da SAMU e das UPA's foram deslocadas para o IASERJ, os pacientes foram sequestrados, pois foram transferidos sem a baixa de seus médicos, sem conhecimento de seus familiares que não foram comunicados e nem podiam entrar no hospital. Advogados com a carteira da Ordem, a vereadora Sônia Rabelo e o deputado Paulo Ramos, foram barrados no portão pelos procuradores, tendo que entrar pela emergência pelas mãos dos servidores do hospital.
    Pura covardia! Na calada da noite, pacientes sendo removidos de forma irresponsável, médicos e trabalhadores do IASERJ impotentes frente a brutalidade e nós na rua tentando resistir, barrando a entrada das ambulâncias sob o pedido suplicante do comandante do Choque para que deixássemos as ambulâncias passarem, pois eles não queriam nos machucar... Uma madrugada de terror!
    No dia de hoje, fizemos um ato dentro do pátio do IASERJ e vigília. Ainda temos pacientes que não foram removidos e amanhã a partir das 5 horas começarão a chegar os pacientes do ambulatório que precisam ser informados da nossa resistência.
    Precisamos da presença de todos e todas nessa noite e madrugada no IASERJ, não vamos permitir que o assassino Cabral acabe com o nosso hospital.
    Fazemos um chamado especial aos profissionais de educação do Estado que estão de recesso escolar para reforçarem nossa luta.

    Não é só palavra de ordem não, é a realidade nossa de cada dia: 
    A NOSSA LUTA É TODO DIA PORQUE SAÚDE NÃO É MERCADORIA!!!
    Vera Nepomuceno 16123

    Candidatos do PSTU vão às ruas defender um "Rio para os Trabalhadores"

    Cyro Garcia, candidatos a vereadores e militância dão largada na campanha eleitoral onde sempre estão ... Nas ruas, junto com os trabalhadores!

    Em plena a manhã desta quinta-feita (12/7), o PSTU – Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado – esteve no tradicional Largo da Carioca, centro Rio, para apresentar as suas candidaturas para as próximas eleições municipais. Estiveram presentes o ex-presidente do sindicato dos Bancários, Cyro Garcia, candidato a prefeito; sua candidata a vice-prefeita a serventuária da Justiça estadual Marília Macedo; os candidatos a vereador, a professora Vera Nepomuceno, o petroleiro Brayer Lima, o trabalhador dos Correios Daniel Macedo e o estudante universitário Júlio Anselmo; além de diversos militantes.
     Largo da Carioca - centro da cidade do Rio de Janeiro. A campanha eleitoral do
     PSTU vai às ruas defender "Um Rio para os trabalhadores" (quinta, 12/07)!
     Apesar do pouco tempo de TV e da enorme diferença nos orçamentos de campanha os candidatos e militantes do PSTU vão fazer uma campanha que ocupe permanentemente as ruas da cidade do Rio de Janeiro, denunciando a realidade de miséria em que vive a população trabalhadora e apoiando as suas lutas. Cyro Garcia aproveitou a oportunidade para falar com os trabalhadores e jovens que passavam pelo Largo da Carioca.
    No dia seguinte em plena sexta-feira 13, a militância e as candidaturas do PSTU foram as ruas exorcizar os políticos governistas e corruptos, realizando uma bela caminhada da Praça Mauá até a Cinelândia. E no sábado (14/07), foi dia de levar a mensagem de luta até os trabalhadores na Quinta da Boa Vista e na Feira de São Cristóvão, tradicionais locais de concentração popular, Para Cyro, existe uma grave inversão de prioridades na administração municipal: “O governo Paes, se apoiou estes anos todos em Dilma e Cabral, para governar para os ricos e atacar os mínimos direitos da população como saúde, educação, moradia e transporte. Basta! Chegou a hora de termos um Rio para os trabalhadores”.
    Cyro e militantes do PSTU conversam com os trabalhadores
     na Quinta da Boa Vista e na Feira de São Cristóvão (sábado, 14/07)
     Campanha realizará Seminário de Programa

    Mas, para os candidatos do PSTU, isto só será possível com a aplicação de um programa que rompa com a lógica elitista de vender a cidade para empresários e banqueiros. A cidade do Rio de Janeiro de Eduardo Paes e Cabral tem sido loteada entre donos de empresas de ônibus, que cobram altas tarifas em troca de um serviço péssimo e empreiteiros que esburacam a cidade e removem trabalhadores pobres de suas casas para lucrar com prédios e estádios para ricos e turistas.
    Por isso, no próximo final de semana, nos dias 20 (sexta) e 21 (sábado), o PSTU dará continuidade às suas atividades de campanha com a realização do Seminário de Programa “Um Rio para os trabalhadores”. O evento deverá reunir vários ativistas de movimentos sociais e figuras políticas da cidade, além de trabalhadores, estudantes e personalidades da esquerda socialista interessados em debater um programa de ruptura com o capitalismo e que impulsione mudanças na vida dos trabalhadores. O seminário se realizará em dois momentos. No dia 20/07, a abertura do evento às 18:30 no Sindicato dos Petroleiros do Rio (Av. Passos, 34 - auditório) e no dia 21/07a partir das 09 horas no ISERJ (Rua Mariz e Barros, 273 - auditório ).

    PSTU realizará nos 20 e 21/07 o Seminário de Programa da candidatura de Cyro Garcia


    Venha construir um programa socialista e revolucionário para o Rio de Janeiro!


    #RIOPARAOSTRABALHADORES


    PSTU repudia o aumento aprovado na Câmara dos Vereadores em São Gonçalo (RJ)


    DANILO GOMES, DE SÃO GONÇALO (RJ)

    Vereadores caras-de-pau aumentam salários em 100% para 2013
           Ainda estamos em junho e parece que Papai Noel já passou em São Gonçalo e deixou de presente, com o voto dos vereadores, um aumento salarial para os próximos que se elegerem nestas eleições municipais.
         Parece brincadeira, mas não é. De um lado, os trabalhadores precisam levantar cedo para pegar ônibus lotado e ir trabalhar, enfrentam uma jornada de trabalho de 48 horas semanais sem opção de descansar nos feriados (pois precisam fazer hora extra pra melhorar um pouco o salário), ganham salários que não “dura” dez dias no mês de tantas contas e impostos pagos e trabalham em péssimas condições. Já os vereadores de São Gonçalo recebem um bom salário, ganham auxílio do governo municipal para viajar, não pegam ônibus lotado e suas condições de trabalho não são ruins. Na realidade, poderíamos dizer que o trabalhador é como um jogador de futebol de um time da terceira divisão do Brasil, enquanto o vereador é um jogador do Real Madri (clube da primeira divisão da Espanha).
         Mesmo com seus gordos salários, os vereadores de São Gonçalo foram além. Tiveram a cara de pau de aprovar um aumento de nada mais nada menos que 100% em seus salários. A medida foi publicada no Diário Oficial da cidade no dia 30 de junho. Ou seja, a partir do dia 1º de janeiro de 2013, os vereadores passarão a receber um valor de R$ 15 mil, pagos com o dinheiro de impostos dos trabalhadores e do povo pobre.
       Enquanto os vereadores aumentam os seus próprios salários, São Gonçalo segue abandonada. No Jardim Catarina, maior bairro da cidade e da América Latina, uma moradora sofreu lesão no tornozelo e seu pé foi imobilizado. O motivo? Um bueiro mal tampado, após obra da prefeitura que durou 3 meses. 
    São Gonçalo para os trabalhadores
      O PSTU é contra o aumento dos vereadores e defende a revogação imediata deste abuso. “O que acontece com a administração do dinheiro público em São Gonçalo é uma vergonha. Os recursos públicos devem ser investidos para o benefício dos trabalhadores e da população pobre. A Câmara Municipal não é pra editar medidas e leis para os que já são privilegiados por serem os mais ricos e poderosos. É necessário governar a cidade para os trabalhadores. O aumento no salário dos vereadores não muda ou melhora em nada a vida dos trabalhadores e do povo pobre” , afirmou Edson Pimentel , candidato a vereador pelo PSTU na cidade.
      O PSTU usará suas candidaturas para mobilizar os trabalhadores, o povo pobre e a juventude na luta contra abusos como o do aumento dos salários dos vereadores e os demais problemas que afetam a classe trabalhadora em seu dia a dia. É por isso que o PSTU São Gonçalo entra nas eleições com a candidatura de Dayse Oliveira a prefeitura e Edson Pimentel a vereador. Estas candidaturas estão à disposição de todo e qualquer foco de luta dos trabalhadores. 

    35 anos da prisão dos militantes da ex-Convergência Socialista



    ASDRÚBAL BARBOZA, DO ILAESE

     
     
      Mesa da solenidade

    • No dia 30 de junho, ocorreu no Memorial da Resistência o “Sábado Resistente” que abordou o tema “Os 35 anos da prisão dos militantes da ex-Convergência Socialista”.

    Estiveram presentes à mesa, Bernardo Cerdeira - Jornalista, Editor da revista Versus Especial, preso em 1977 e dirigente da ex-Convergêcia Socialista; Maria Salay - Operaria metalúrgica do ABC, dirigente das greves de 1977, militante da ex-Convergência Socialista; Álvaro Bianchi - Diretor do Arquivo Edgard Leuenroth e professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Américo Gomes, operário metalúrgico em São Paulo, no inicio da década de 80, advogado, Coordenador da Comissão de Presos e Perseguidos Políticos da ex-Convergência Socialista. A mediação do debate ficou a cargo de Ivan Seixas (Presidente do Núcleo de Preservação da Memória Política).

    O evento foi realizado no Memorial da Resistência de São Paulo, promovido pelo Núcleo de Preservação da Memória Política. Um espaço de discussão entre militantes das causas libertárias, de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e todos os interessados no debate sobre as lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime civil-militar implantado com o golpe de Estado de 1964, como explanou Ivan Seixas.

    Contou com a presença também de Rafael Martinelli do Fórum dos Ex-Presos Políticos e a historiadora, coordenadora do site Observatório das Violências Policiais de São Paulo, da PUC/SP, e Ângela Mendes de Almeida, ex-companheira do jornalista Luiz Eduardo da Rocha Merlino, assassinado no DOI-CODI em 1971, uma das autoras da ação por danos morais na área cível contra o coronel Carlos Brilhante Ustra, ganha recentemente em primeira instância, que defendeu a revogação ou reinterpretação da Lei da Anistia.

    O Memorial da Resistência de São Paulo fica no Largo General Osório, 66 – Luz, antigo prédio do DOPS. Os eventos são realizados com o apoio da Comissão Estadual da Verdade Rubens Paiva, presidida pelo deputado Adriano Diogo (PT).

    A atividade recordou que os militantes da ex-Convergência Socialista lutavam principalmente junto ao movimento operário pela derrubada da ditadura militar e pela legalização de um partido socialista de trabalhadores que representasse e defendesse os interesses da classe operária. E por isso foram presos e alguns de seus militantes torturados, além de perseguidos e demitidos de seus empregos.

    Além de tomarem o tema da repressão na época da ditadura, os palestrantes também abordaram o tema dos processos que apresentaram junto à Comissão de Anistia solicitando a Anistia Política para seus militantes, e a participação do PSTU nas Comissões de Verdade, tanto nacional como estadual.

    O partido tem como objetivo se somar à campanha que exige punição exemplar aos agentes de Estado que torturaram, seqüestraram, mataram e estupraram em nome da repressão feita pela ditadura instalada em 1964. Mas não somente a eles, mas também aqueles que os financiaram, como as grandes empresas nacionais e multinacionais que patrocinaram o golpe e os aparatos de repressão.

    Um outro tema que será abordado pelos militantes do PSTU será o desenvolvimento da Operação Condor, onde governos do Cone Sul (Brasil, Uruguai, Paraguai e Argentina) agiram, juntamente com o governo dos Estados Unidos, para reprimir as organização de esquerda que lutavam contra a ditadura. Principalmente por que muitos militantes da Liga Internacional dos Trabalhadores, como seu fundador Nahuel Moreno, foi preso e exilado por causa desta repressão.

    As responsabilidades pelos crimes que o Estado cometeu na região devem ser investigadas e os seus agentes punidos.

    Voto útil é voto nas lutas dos trabalhadores

    PSTU fará campanha nas ruas e nas lutas por todo o Brasil
    Começou a campanha eleitoral em todo o país. A cada dois anos o povo brasileiro vota... mas não decide. Os trabalhadores e os jovens votam com a expectativa de melhorar de vida, acabar com as injustiças, expulsar os corruptos. Durante a campanha, os dois grandes blocos eleitorais (o PT de um lado, e a oposição de direita de outro) vão buscar ganhar o voto do povo com promessas de que basta votar neles para resolver todos os problemas de saúde, educação, transporte etc. Depois da votação, a vida vai continuar como sempre, ou ainda piorar porque poderá vir uma crise econômica.

    Quem decide os rumos do país é uma pequena minoria, que, às vezes, nem vota. São os donos das grandes empresas, os bancos e multinacionais que financiam as campanhas do PT e da oposição de direita. Depois cobram a fatura para que os políticos eleitos apliquem as propostas defendidas por eles. Mas isso tudo não vai aparecer nas campanhas eleitorais. Tudo será escondido dos eleitores.

    A maioria dos trabalhadores acredita no PT. Em muitos lugares se ouvirá de novo: “É preciso votar no PT para evitar que a direita ganhe”. Mas aqueles que apóiam as candidaturas do bloco governista devem parar para refletir sobre os gastos de campanha. Em São Paulo, por exemplo, José Serra declarou que vai gastar R$ 98 milhões, enquanto Haddad do PT declarou um gasto de R$ 90 milhões. Sabemos todos que eles gastam bem mais do que declaram. Mas já se trata de uma soma impressionante, três vezes mais do que o gasto por Kassab e Marta Suplicy na campanha passada.

    Cai Demóstenes, fica a corrupção

    Demóstentes é o segundo senador cassado da história da República e vira agora um emblema vivo de uma das instituições mais retrógradas do país


    Da redação


    Agência Brasil
    Demóstenes Torres durante sessão do Senado que cassou seu mandato
    • O Senado Federal decidiu, em sessão realizada nesta quarta-feira, 11 de julho, pela cassação do mandato de Demóstenes Torres (DEM). Protagonista em escândalo de corrupção trazido à tona pela operação Monte Carlo, da Polícia Federal, o ex-senador é acusado de ter posto seu mandato a serviço do bicheiro Carlinhos Cachoeira.
    Por 56 votos a favor e 19 contra, com 5 abstenções, Demóstenes teve suspenso seu mandato e outros direitos políticos – tornando-se inelegível até 2027. Os senadores, no entanto, não abriram mão do absurdo mecanismo da votação secreta para o julgamento de seu colega.
    Após a cassação, apesar de perder o direito ao foro privilegiado junto ao STF, o ex-senador está livre para reassumir seu cargo de Procurador de Justiça no Ministério Público de Goiás. Não fosse a ambição sem limites desse tipo de gente, Demóstenes até que poderia se contentar.
    "Cão sarnento"
    Em seu discurso de defesa, em que teve meia hora para se pronunciar, o ex-senador sustentou a fantástica tese de que “já provou sua inocência” – frase que repetiu sucessivas vezes. Com a desfaçatez típica de quem enriqueceu às custas do povo, Demóstenes alegou ser vítima de uma campanha midiática de calúnias e de um pré-julgamento sem precedentes: “fui perseguido como um cão sarnento”, afirmou em passagem anedótica de sua intervenção.
    Após a votação, interrompeu-se a trajetória parlamentar de Demóstenes. Outrora tido como um “paladino da moralidade”, passa, agora, a ser o segundo senador cassado da história da República e um emblema vivo de uma das instituições mais retrógradas do país.

    PSTU lança candidatura de Florinda Lombardi para Prefeitura de Duque de Caxias


    No dia 21 de junho, a convenção do PSTU Duque de Caxias lançou a candidatura de Florinda Lombardi a prefeitura da cidade. Com a presença de cerca de 60 pessoas, entre operários e jovens socialistas, a convenção foi marcada pelo intenso debate político. A alegria da militância simbolizou a empolgação e a força necessária para realizar uma grande campanha na cidade.


    Professora aposentada e mãe de um jovem universitário, Florinda tem uma história de luta ao lado dos profissionais da educação, dos trabalhadores, dos setores mais explorados e da juventude. Começou a lecionar em 1968, alfabetizando adultos. Florinda foi presidente do SEPE (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação) em Duque de Caxias e no Estado, e vereadora. Na câmara, seu mandato foi porta-voz das lutas da classe trabalhadora. Nestas eleições, na sua campanha a prefeitura de Caxias, defenderá um programa socialista e classista em defesa do povo pobre de nossa cidade.
    A candidata participou do Comitê pela Anistia, das lutas pelas diretas, das mobilizações em defesa da educação e da saúde públicas e das muitas lutas da classe trabalhadora nesses anos de militância.

    Orgulha-se de ter fundado o PT e a CUT que, na época, surgiram como expressão da resistência dos trabalhadores. Hoje, a professora também se orgulha em defender o PSTU e a CSP-CONLUTAS que não se submeteram a virar uma simples engrenagem da máquina governista.

    Para Florinda “mudar a vida do povo de Caxias exige unir todos aqueles que lutam. Sair às ruas junto com professores, operários, bombeiros, desempregados profissionais da saúde, juventude e todos aqueles que lutam lado a lado, em defesa de seus interesses, contra o poder dos ricos e dos poderosos!”.

    O PSTU propõe Frente de Esquerda
    A convenção do PSTU ainda votou que o partido buscasse uma aliança com o PSOL e o PCB em base a um programa classista e socialista. Um programa de oposição a Dilma, Cabral e Zito, entretanto a convenção colocou algumas condições:

    * Essa frente não deverá ter a presença de nenhum representante dos partidos burgueses, ou de quem faça parte dos governos federal, estadual ou municipais, bem como ninguém que tenha ocupado cargo de confiança nesses governos.

    * A campanha será financiada pelos trabalhadores, sem nenhum recurso financeiro de empresas ou empresários.

    * E considerou que Florinda Lombardi é por sua história e capacidade a melhor militante para encabeçar essa frente.

    O PSTU sempre entendeu que essa frente poderia servir melhor à organização das lutas da classe trabalhadora e dos setores oprimidos de nossa cidade do que as candidaturas separadas, mas infelizmente ela não se concretizou.

    PSTU LANÇA PORTAL SOBRE AS ELEIÇÕES 2012



    ACESSE OS LINKS DE ALGUMAS DE NOSSAS CANDIDATURAS NO ESTADO:
    Rio de Janeiro - Cyro Garcia
    Niterói - Heitor Fernandes
    Duque de Caxias - Florinda Lombardi
    São Gonçalo - Dayse Oliveira

    Em São Gonçalo, PSTU lança candidatura de Dayse Oliveira para a prefeitura

    Professora, mulher negra, de luta e socialista, Dayse defenderá uma cidade para os trabalhadores.

    No dia 30 de junho, sábado, o PSTU de Sâo Gonçalo realizou sua convenção para discutir eleições e as possíveis candidaturas do partido. A convenção foi realizada em Alcantra, um dos centros da cidade de São Gonçalo e contou com a presença de profissionais da educação, trabalhadores da construção civil e metalúrgicos. No fim, foi tomada a decisão de lançar Dayse Oliveira e Guilherme Portella à prefeita e vice respectivamente. 


    Nós do PSTU tínhamos proposto uma frente de esquerda com o PSOL e PCB, mas os companheiros (as) destes partidos não tiveram acordo em lançar uma candidatura em conjunto baseada em um programa eleito democraticamente e que defendesse os trabalhadorees. Esta decisão enfraquece o espaço a esquerda. Acreditamos que os trabalhadores estariam melhores representados por uma frente que, infelizmente, não foi constituída. Mas, a luta de classes não nos deixa espaços para chorar pelo leite derramado. Agora, é bola pra frente e usar nossas candidaturas em defesa das lutas dos trabalhadores e do socialismo.

    Nesta mesma convenção foi tomada a decisão de lançar Edson Gomes Pimentel, o Pimentinha como ficou conhecido durante a greve de metalúrgicos de Niterói e Itaborai no mês passado, a candidatura a vereador. “Chegou a hora de lutar por um programa que defenda os trabalhadores de São Gonçalo e região! Chega de candidatos que batem nas costas dos trabalhadores durante as eleições e depois somem para suas mansões na zona sul do Rio de Janeiro. Não podemos deixar que a cidade de São Gonçalo seja governada para os ricos e poderosos por mais quatro anos” , disse Pimentel, quando perguntado sobre o motivo de sua candidatura.

    PSTU LANÇA HEITOR FERNANDES A PREFEITO, POR UMA NITERÓI PARA OS TRABALHADORES


    Heitor Fernades, sempre presente
    nas lutas dos trabalhadores
    As eleições municipais de Niterói deste ano terão um tom diferente. Isto porque será a primeira eleição após o desabamento do Morro do Bumba. Sabemos que esta triste tragédia que abateu nossa cidade revelou para o mundo a farsa que se escondia por de trás do mito “Niterói, primeira cidade em qualidade de vida”. A verdade é que vivemos em uma cidade cheia de contradições e desigualdades sociais. Enquanto milhares de trabalhadores sofrem cotidianamente com a violência crescente, o caos nos transportes e o alto custo de vida presenciamos uma política municipal implantada pelos sucessivos governos PDT e PT, voltada para atender aos interesses dos grandes empresários e empreiteiros, que se movem a serviço da especulação imobiliária.
    Por isso, nós do PSTU decidimos lançar Heitor Fernandes para prefeito de Niterói. Por seu histórico de lutas como dirigente sindical e anistiado em razão das perseguições políticas, Heitor será o porta voz dos setores mais explorados e oprimidos em nossa cidade que sofre com a ausência de políticas públicas e são escondidos pela grande mídia. Nossa candidatura irá denunciar as condições precárias das comunidades de Niterói, do altíssimo IPTU, as taxas exorbitantes de lucro das empresas concessionárias dos transportes rodoviários e das barcas e o aumento da violência como resultado de uma política de segregação, geradora de um verdadeiro apartheid social e racial.
    Lembraremos aos eleitores que os outros candidatos presentes no pleito e que se apresentam como uma alternativa ao desgastado Jorge Roberto Silveira (PDT) sempre estiveram presentes nos sucessivos governos, compactuando com toda a sujeira e enganação!

    PSTU LANÇA CYRO GARCIA A PREFEITO, DEFENDENDO UMA CIDADE DO RIO PARA OS TRABALHADORES



    Cyro_Garcia
    Cyro Garcia – Prefeito
    Cyro Garcia tem história. Bancário e professor, esteve à frente do Sindicato dos Bancários no período de 1985 a 1991, quando a categoria obteve suas maiores conquistas. Foi fundador e membro da executiva da CUT, rompendo com essa central assim que a mesma abandonou os interesses dos trabalhadores. Desde então, dedica-se à construção da Conlutas como alternativa à CUT governista. Quando foi deputado federal por dez meses, em 1993, colocou seu mandato a serviço dos trabalhadores. Foi auto do projeto que defendia a retirada da Light da lista das empresas a serem privatizadas. É bacharel em Direito pela UFRJ e doutor em História pela UFF. Cyro tem coerência e dignidade. Ao contrário de muitos sindicalistas que ocupam cargos no governo, Cyro não cedeu a estas pressões. Durante os seus mais de 30 anos de luta sindical, ou mesmo durante o mandato de deputado, nunca admitiu qualquer privilégio e continua sendo um firme ativista da luta dos trabalhadores

    Nas eleições, a ousadia das candidaturas socialistas!

    Da redação
    Nas lutas e nas eleições, o PSTU apresenta o socialismo
    como saída para os trabalhador

    • Nas eleições deste ano, os grandes partidos e seus candidatos vão apresentar soluções milagrosas para resolver todos os problemas sociais. Em suas campanhas milionárias, tentarão manipular a população por meio de gigantescos aparatos de marketing eleitoral, pagos a peso de ouro.

       Num passe de mágica, partidos e candidatos comprometidos com as grandes empresas são subitamente transformados em defensores dos trabalhadores. Corruptos e candidatos a corruptos viram defensores da ética na política.

       A direita (PSDB e DEM) vai tentar utilizar o julgamento do mensalão para atacar o PT. O PT vai usar o escândalo Do bicheiro Carlinhos Cachoeira para atacar a direita. No entanto, apesar das expectativas dos trabalhadores, o PT não defende nem aplica um programa distinto da direita. Os governos do PT (e os partidos que são parte de seu bloco como PMDB, PSB, PCdoB) e da direita são estreitamente ligados aos bancos e grandes empresas e têm a mesma prática corrupta da direita.

       O PSTU está lançando pré-candidatos em todo o país. A crise econômica mundial europeia, com a Grécia no epicentro, mostra que os ventos podem novamente soprar em direção ao socialismo. É preciso ousar na defesa do socialismo e superar a polarização entre os dois blocos (o do PT e o da direita) que têm o mesmo programa.

    'Me engana que eu voto!'
    Para garantir a dominação, a democracia dos ricos e poderosos cria a falsa ideia de que o povo decide tudo com o voto, de que basta “eleger outro” para resolver os problemas.

       O problema é que as eleições funcionam como um jogo de cartas marcadas.
    Os grandes partidos elegem a maioria dos candidatos, por meio de polpudos financiamentos dos empresários e banqueiros. Depois de eleitos, a fatura é cobrada. Assim, empreiteiras, grandes empresas, latifundiários e bancos têm acesso a contratos com o Estado, em licitações fraudulentas, além de conseguirem aprovar leis em seu favor, contra os trabalhadores. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a aprovação do novo código florestal, a criação da Previdência privada para o funcionalismo (o Funpresp), entre outros exemplos.

       O caso Demóstenes e do bicheiro Cachoeira é uma ilustração clara da natureza da dita “democracia” em que vivemos. Os ricos e poderosos podem tudo, à custa da miséria do povo pobre. O Senado e a Câmara dos Deputados são verdadeiras tribunas de negócios e privilégios, onde a corrupção é parte desse mesmo jogo. Nas prefeituras e Câmara de Vereadores a situação é a mesma. A corrupção rola solta, enquanto leis são aprovadas contra a população trabalhadora todos os dias.

    Uma campanha diferente
       As mudanças necessárias em nossas cidades e no país só vão acontecer com o povo na rua, mobilizado e organizado. Para nós as eleições servem para fortalecer a luta dos trabalhadores e divulgar o programa socialista. Por isso é tão importante que os trabalhadores e os jovens que estão a frente das lutas sindicais, estudantis e populares se integrem no apoio as nossas candidaturas.

       Não vamos ter em nossa campanha nem o dinheiro das empresas nem o dinheiro da corrupção. Nossas campanhas serão pobres, a partir das contribuições dos que trabalhadores e jovens que nos apoiam. Isso para nós é um princípio. Teremos menos recursos de campanha, mas continuamos independentes da burguesia e dos corruptos. Podemos ter um programa contra todos eles.

       Acreditamos que é muito importante votar e eleger nossos candidatos socialistas. O voto em um candidato nosso significa fortalecer uma estratégia socialista para a sociedade. A velha história do “voto útil”, no candidato “menos pior”, só fortalece a continuidade da situação atual.

       A eleição de um vereador revolucionário representa um importante ponto de apoio para a luta dos trabalhadores. Nossos pré-candidatos são militantes com um importante histórico de lutas. Muitos deles estiveram ao seu lado como na batalha contra a reintegração do Pinheirinho, nas greves operárias da construção civil e metalúrgicas, nas mobilizações do funcionalismo e da juventude.

       Um parlamentar revolucionário pode ocupar a tribuna, ajudando na mobilização e rompendo o enorme bloqueio imposto pela grande imprensa às lutas. Pense, por exemplo, como seria importante a atuação de um vereador do PSTU em uma luta como a dos moradores do Pinheirinho, ou qualquer outra luta por moradia denunciando a contrarreforma urbana e a especulação imobiliária; ou ainda nas greves dos operários da construção civil de Fortaleza; nas lutas dos trabalhadores em educação defendendo 10% do PIB para investir no setor. Ou ainda, presente na luta da juventude contra o aumento da passagem e defendendo a estatização completa do transporte e tarifas subsidiadas.

       O mandato de um vereador do PSTU servirá para fortalecer todas essas lutas, denunciar as falcatruas do regime, apoiar e divulgar as greves. O gabinete de um vereador nosso será o terreno ou edifício ocupado pelos sem-tetos, as ruas e canteiros de obras tomados por greves e mobilizações, o piquete de todos aqueles que cruzam os braços para defender seus direitos.

    Sem privilégios
       Um vereador do PSTU não terá os privilégios de todos os outros parlamentares. Eles ganharão o mesmo salário que recebiam antes de ser eleitos. Assim, viverão nas mesmas condições sociais de antes.

       Não temos a ilusão de que as mudanças reais no país virão através do jogo de cartas marcadas das eleições. Mas somos conscientes de que o processo eleitoral é importante para a disputa política pela consciência e pelo voto dos trabalhadores para fortalecer uma perspectiva socialista e transformadora.

       Nesta edição mostraremos alguns de nossos mais importantes pré-candidatos que apresentam propostas socialistas para os problemas sociais que vivemos nas cidades. E queremos chamar você, ativista que está junto conosco nas lutas, a se integrar no apoio as nossas candidaturas.

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    Editorial do Opinião Socialista n.444: A ousadia de querer mudar o mundo

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