CYRO GARCIA 16 - Programa apoio às lutas e greves
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CYRO 16 - Prefeito Programa sobre Transportes
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CYRO GARCIA, Prefeito 16 - 1o Programa na TV
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Eleições no Rio: o que é isso, companheiro?
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| Freixo durante entrevista à Globo |
Questionado se cortaria o ponto de grevistas, uma vez eleito, Marcelo Freixo (PSOL) responde: 'depende'
Thiago Hastenreiter, do Rio de Janeiro (RJ)
Thiago Hastenreiter, do Rio de Janeiro (RJ)
• A entrevista de Marcelo Freixo (candidato do PSOL à prefeitura do Rio) no RJTV da Rede Globo, no último dia 22, causou grande estranheza e preocupação nos movimentos sociais cariocas, principalmente entre aqueles lutadores e lutadoras que estão em greve neste momento e apoiam a sua candidatura.
O entrevistador Márcio Gomes não poupou esforços em jogar a candidatura de Freixo à esquerda, em uma clara tentativa de lhe colar um perfil de radicalidade e inviabilidade diante do eleitorado. Esforços em vãos de Márcio Gomes. O corajoso deputado não vacilou em responder categoricamente que terá pulso firme diante de possíveis greves em seu mandato como prefeito, como mostra o seguinte diálogo:
Márcio Gomes:
- Você como prefeito enfrentando uma greve em um serviço essencial, como é que vai se posicionar? Vai ter pulso firme?
Marcelo Freixo:
- Sim, claro!
Márcio Gomes:
- Vai cortar o ponto?
Marcelo Freixo:
- Depende, depende da situação. Depende do setor, depende da negociação, depende do que tiver acontecendo.
O candidato ignorou que foi justamente o golpe baixo e covarde do corte de ponto que a presidenta Dilma utilizou para tentar desmontar a forte greve do funcionalismo federal. Somente no setor da educação a adesão alcançou mais de 70 instituições. A Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal também estão em greve e ampliaram seus movimentos para enfrentar essa medida autoritária do governo. IBGE, Receita, Anvisa, CNEN, Ancine, Anatel, ANTT, Incra, Arquivo Nacional engrossam a maior greve já enfrentada pelos governos do PT.
Sinceramente, não esperávamos esta postura de Freixo. A expectativa era justamente o contrário, ou seja, que Freixo utilizasse o espaço em horário nobre da rede Globo para fortalecer o justo e necessário movimento grevista. Quando o candidato do PSOL responde que “depende”, quer dizer que pode cortar o ponto ou não. “Depende” da situação. Então, nos responda deputado: em que situação é justo cortar o ponto dos trabalhadores que lutam por melhores salários?
Não esperamos que o candidato do PSOL, que tem atualmente 12% das intenções de voto, tenha posições revolucionárias ou fale de socialismo na TV. Mas esperávamos ao menos que ele defendesse um direito elementar assegurado pela limitada Constituição Federal.
Em seguida, Marcelo completa: “A possibilidade de greve com a gente é muito menor do que com qualquer outro” . Essa declaração é no mínimo pretensiosa. Vale lembrar que Lula em 2003, praticamente recém-empossado, com todo seu carisma e gozando de amplas expectativas dos trabalhadores, enfrentou uma poderosa greve contra a reforma da Pprevidência. Podemos buscar exemplos mais distantes, como as greves operárias e os cordões industriais no Chile de Allende na década de 70. Enfim, a popularidade de Freixo, apesar de alta, não pode ser comparada nem mesmo com a de Brizola na década de 80 e 90, quando os educadores foram à greve inúmeras vezes e questionaram os prestigiados CIEP’s. Marcelo Freixo não tem bola de cristal e não pode prever que em sua suposta prefeitura não terá greves. Tampouco é Freixo quem decide isso, mas sim os trabalhadores.
Na verdade, o que está por trás do “depende”, é uma tentativa insistente de conquistar a confiança da burguesia carioca.
“A gente não faz alianças espúrias para chegar ao poder”, disparou o candidato do PSOL. Não foi bem isso que a própria militância aguerrida do PSOL assistiu nos meses que antecederam a inscrição das candidaturas. Marcelo Freixo buscou apoio do PV de Gabeira e Zequinha Sarney. O mesmo PV que de verde não tem nada e recebe financiamento de empresas que são inimigas do meio ambiente como a Natura, Aracruz Papel e Celulose, a madeireira Madelongo e a mineradora Anglo Gold.
Em seguida, foi a vez de conversar com Romário do PSB, partido da oligarquia latifundiária pernambucana, que usa indevidamente o “socialista” no nome. Mas foi apenas na sua última tentativa, que Marcelo obteve êxito em sua busca insaciável de ampliar o arco de alianças (à direita): já se vê pela cidade placas de Andréa Gouvêa Vieira (PSDB) em apoio à Freixo. Seguramente, a militância do PSOL e os movimentos sociais estariam muito mais à vontade se Freixo tivesse aceitado a proposta do PSTU em conforma uma Frente de Esquerda.
Outro momento marcante da entrevista foi quando Freixo reprovou a atuação da deputada estadual Janira Rocha (PSOL) na greve dos bombeiros em fevereiro deste ano: “Não acho que esse deve ser o papel de um parlamentar” – em referência ao apoio e a articulação da deputada com o cabo Benevenuto Daciolo, expulso da corporação por lutar por dignidade e melhores salários. Mais uma vez Freixo decepcionou. Poderia utilizar o espaço da Globo para denunciar que Cabral demitiu covardemente 13 pais de família e pedir a reincorporação dos bombeiros. Esta sim seria, em nossa opinião, a postura de um deputado de luta. Janira Rocha acertou em cheio naquele momento em se postar junto à greve da segurança pública. De que lado estava Marcelo na greve dos bombeiros em 2012?
Os militantes socialistas podem e devem ficar muito preocupados com as declarações de Marcelo Freixo. Mas talvez, o mais preocupante seja o silêncio absoluto das correntes internas do PSOL. Sabemos que há uma enorme diversidade no interior deste partido, correntes de diferentes matizes e tradições. Inclusive, há correntes que se reivindicam trotskistas e herdeiras da IV Internacional. Não pode ser que continuem caladas diante do ocorrido e ajam como torcedores, que se contorcem de nervosismo a cada momento em que Freixo marca um gol contra.
O caminho da institucionalidade, das amplas alianças com os “setores honestos da burguesia” e da “ética na política” são um atalho para o desastre. É um idealismo platônico acreditar que a República pode ser governada por homens e mulheres competentes e honestos, que guiarão o povo e todas as suas classes pacificamente à dias melhores.
O PT destruiu uma geração de quadros forjados no calor da luta de classes na década de 80, que passaram a vida tentando eleger Lula, e o fizeram. Hoje estão muito bem acomodados nos palácios dos podres poderes e a realidade do país fala por si.
A esquerda socialista não tem o direito de repetir essa história, e Marcelo Freixo tem uma grande responsabilidade em mãos.
Filie-se ao PSTU!
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Queremos falar a você, companheiro(a), que nos conhece das campanhas políticas ou das manifestações nas ruas, que está conosco nas lutas, que ajuda na construção da CSP Conlutas ou da Anel, sobre a importância de se filiar ao nosso partido. O PSTU é um partido das lutas e do socialismo, ou seja, uma organização que tem como estratégia se apoiar nas mobilizações da nossa classe para transformar essa sociedade numa sociedade socialista. É com este objetivo que atuamos nos sindicatos, no movimento estudantil, no movimento popular e nas nossas campanhas.
Nas campanhas eleitorais, seja com candidaturas próprias do partido ou em coligações com outros partidos da classe trabalhadora, o PSTU sempre apresentou um programa socialista, defendendo a independência política dos trabalhadores em relação à burguesia e seus governos, partidos e instituições. |
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| Não acreditamos que o capitalismo possa ser “humanizado”. Para acabar de vez com as injustiças sociais, temos que superar esse sistema capitalista, extinguindo a exploração do homem pelo homem, e colocando a produção e as riquezas que nós mesmos fazemos em prol das necessidades da maioria da população. É para isso que existe o PSTU. Mas para termos êxito em nossos objetivos precisamos que os trabalhadores e a juventude venham junto conosco construir nosso partido, que será um instrumento fundamental para esta luta. Por isso queremos convidá-lo(a) a se filiar ao PSTU. A filiação tem um significado de apoio e compromisso com essa luta. Venha conosco construir esta ferramenta para a libertação da classe trabalhadora e da juventude da exploração e a opressão. Filie-se ao PSTU! |
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visite: www.pstu.org.br rio.pstu.org.br |
UMA CAMPANHA OPERÁRIA E SOCIALISTA FEITA NAS ESCOLAS, BAIRROS PERIFÉRICOS E NOS PORTÕES DAS FÁBRICAS
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| Panfletagem do primeiro material de campanha na porta da CSN |
É assim que o PSTU de Volta Redonda vem fazendo sua campanha. No mês de agosto percorreu as principais fábricas da região, dentre elas a Companhia Siderúrgica Nacional-CSN, uma das maiores do mundo. Na ocasião a professora Isabel Fraga, candidata a prefeita pelo PSTU, denunciou as péssimas condições de trabalho e o salário baixíssimo pago pela Companhia. Exigiu a redução da jornada de trabalho sem redução do salário e propôs aos metalúrgicos que entravam para trabalhar, a somarem-se na luta pela reestatização da CSN.
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| Professora Isabel, candidata a prefeita |
“Não podemos aceitar que uma empresa desse porte tenha em 2012 isenções fiscais de até 8 milhões de reais da prefeitura, isso é um escanda-lo imoral! É inadmissível dar esse dinheiro para um dos maiores empresários do país, Benjamin Steinbruch, enquanto possuímos apenas 15% da rede de esgoto tratada e 30 mil famílias necessidade de um teto próprio para morar no município. Estamos apresentando como saída para esses problemas medidas emergenciais que passa pela municipalização do transporte coletivo, a estatização da saúde e da educação”, conclui a professora Isabel Fraga.
Nossas candidaturas também estão indo para os bairros operários, como Vila Rica, Água Limpa e Volta Grande 4. “Temos contato direto com nossos amigos e amigas de trabalho, é mais uma oportunidade de apresentar nosso programa socialista para a cidade e denunciar as 3 candidaturas da burguesia local: Zoinho (PR), Dr. Jair (PV) e o atual prefeito do PMDB, Antonio Neto, que mais uma vez sai numa frente com o PT e PCdoB”, afirma o professor e ex-metalúrgico Geraldo Honório, vice prefeito na chapa do PSTU.
O partido apresentou como única candidata ao cargo de vereadora, a professora e dirigente do sindicato dos trabalhadores da educação (Sepe), Juliette Guarino. “Estamos percorrendo as principais escolas de Volta Redonda, denunciando o prefeito e seu arrocho salarial, superior aos 200%. Assim como, a privatização do serviço público, via as organizações sociais ‘sem fins lucrativos’ que passam a gerir boa parte da rede municipal de saúde, da merenda e vigilância escolar”, denuncia a candidata.A campanha do PSTU vem tendo grande repercussão na mídia local, se diferenciando tanto dos candidatos tradicionais ligados as grandes empresas, como do PSOL, que não apresenta um programa alternativo, limitando-se a pequenas reformas na cidade, que não questionam de fato as tremendas desigualdades sociais e a concentração da riqueza nas mãos de poucos burgueses, numa das cidades mais ricas do Estado do Rio de Janeiro, a 4ª maior em arrecadação de impostos.
Nossos candidatos são as pontas de lança em Volta Redonda, numa campanha audaciosa de combate ao racismo, machismo e a homofobia. Em todos os nossos materiais de campanha e de rádio estamos expondo a visão revolucionária de nosso partido, esperando que no final das eleições tenhamos novos ativistas, donas de casas, operários, estudantes e professores em nossas fileiras. Para isso, desenvolvemos uma campanha de filiação partidária em todas as atividades que construímos. Filie-se, faça parte do Comitê eleitoral do PSTU em Volta Redonda.
Moradia digna só com um "Rio para os Trabalhadores"!
Daniel Macedo, candidato a vereador, escreve sobre questão da habitação
O Rio de Janeiro de Eduardo Paes é cada vez mais uma farra para a especulação imobiliária. Com o pretexto de preparar a cidade para os megaeventos, se elitiza ainda mais o espaço da mesma. A remoção é a forma que a prefeitura encontrou para afastar ainda mais o trabalhador do seu local de moradia perto do trabalho, onde seus filhos estudam e de importantes áreas de lazer de anos.
Exemplos dessa política são a remoção da Comunida do Metrô-Mangueira - para que esta possa servir de estacionamento na Copa do Mundo; e a ameaça sobre a Comunidade da Vila Autódromo que pode ser removida para não entrar na foto do Parque Olímpico.
É necessário parar de entregar o orçamento público para as grandes empreiteiras como a Delta, para que se invista em uma política que de fato enfrente o enorme déficit habitacional da cidade, estimado pela própria prefeitura em 220.000 moradias. Além de enfrentar os problemas pelos quais passam a maioria dos conjuntos habitacionais, como baixo atendimento pelas redes de água potável, esgoto e coleta de lixo e a falta de creches, escolas e leitos nos hospitais públicos.
Neste sentido, nossas propostas são:
> 5% do orçamento municipal para a moradia (entre 0 e 3 salários mínimos).
> Expropriação sem indenização de áreas, terrenos e prédios vagos ou abandonados na zona central e norte do Rio, destinando-os para moradia popular.
> Fim da política de remoções que só beneficia as grandes empreiteiras.
> Sobretaxação das grandes fortunas. IPTU progressivo para imóveis ociosos e/ou baldios.
> Aumento da infraestrutura para os conjuntos habitacionais rede de água potável/ esgoto e coleta de lixo que atenda ao conjunto dos moradores.
> Construção de creches, escolas e hospitais públicos dentro dos conjuntos habitacionais.
> A Secretaria municipal de habitação deve administrar uma empresa de construção de moradia 100% estatal, pública e de interesse social, deixando assim de servir aos interesses da especulação imobiliária.
> Regularização das ocupações e/ou favelas no Rio sem ônus para os posseiros, tarifa zero em serviços de energia elétrica e gás em botijão ou encanado. Abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e lixo.
> Construção de moradias populares com trabalho feito pelos moradores desempregados, através de um plano de obras públicas e com salários dignos. Este plano será financiado pelo orçamento municipal e/ou fundos do governo federal, estadual e municipal que serão destinados para a habitação de interesse social.
O Rio de Janeiro de Eduardo Paes é cada vez mais uma farra para a especulação imobiliária. Com o pretexto de preparar a cidade para os megaeventos, se elitiza ainda mais o espaço da mesma. A remoção é a forma que a prefeitura encontrou para afastar ainda mais o trabalhador do seu local de moradia perto do trabalho, onde seus filhos estudam e de importantes áreas de lazer de anos.
Exemplos dessa política são a remoção da Comunida do Metrô-Mangueira - para que esta possa servir de estacionamento na Copa do Mundo; e a ameaça sobre a Comunidade da Vila Autódromo que pode ser removida para não entrar na foto do Parque Olímpico.
É necessário parar de entregar o orçamento público para as grandes empreiteiras como a Delta, para que se invista em uma política que de fato enfrente o enorme déficit habitacional da cidade, estimado pela própria prefeitura em 220.000 moradias. Além de enfrentar os problemas pelos quais passam a maioria dos conjuntos habitacionais, como baixo atendimento pelas redes de água potável, esgoto e coleta de lixo e a falta de creches, escolas e leitos nos hospitais públicos.
Neste sentido, nossas propostas são:
> 5% do orçamento municipal para a moradia (entre 0 e 3 salários mínimos).
> Expropriação sem indenização de áreas, terrenos e prédios vagos ou abandonados na zona central e norte do Rio, destinando-os para moradia popular.
> Fim da política de remoções que só beneficia as grandes empreiteiras.
> Sobretaxação das grandes fortunas. IPTU progressivo para imóveis ociosos e/ou baldios.
> Aumento da infraestrutura para os conjuntos habitacionais rede de água potável/ esgoto e coleta de lixo que atenda ao conjunto dos moradores.
> Construção de creches, escolas e hospitais públicos dentro dos conjuntos habitacionais.
> A Secretaria municipal de habitação deve administrar uma empresa de construção de moradia 100% estatal, pública e de interesse social, deixando assim de servir aos interesses da especulação imobiliária.
> Regularização das ocupações e/ou favelas no Rio sem ônus para os posseiros, tarifa zero em serviços de energia elétrica e gás em botijão ou encanado. Abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e lixo.
> Construção de moradias populares com trabalho feito pelos moradores desempregados, através de um plano de obras públicas e com salários dignos. Este plano será financiado pelo orçamento municipal e/ou fundos do governo federal, estadual e municipal que serão destinados para a habitação de interesse social.
Cyro Garcia participa de ato dos servidores federais no centro do Rio
Por E. Dau, do Rio de Janeiro
O
candidato à prefeitura do Rio de Janeiro pelo PSTU, Cyro Garcia,
participou nesta quinta-feira do ato unificado dos servidores federais
que ocorreu no Centro da cidade.
A manifestação fez parte da mobilização
nacional unificada dos servidores grevistas, que reivindicam a
manutenção de direitos trabalhistas, aumento salarial para as
categorias, reestruturação dos planos de carreira e a negociação por
parte do governo federal com os setores em greve.
Cyro
esteve presente do início ao fim da manifestação, reforçando que sua
candidatura estará, antes de mais nada, a serviço das lutas da classe
trabalhadora na cidade do Rio. O candidato fez uma saudação ao ato,
denunciando as condições precárias dos serviços públicos e condenando a
política do Governo Federal de jogar a crise sobre os ombros dos
trabalhadores. Prestou sua solidariedade aos trabalhadores da educação
federal e estadual, aos profissionais da saúde, aos policias e fiscais
federais, aos estudantes que ocupam o espaço do antigo Canecão, em
Botafogo, e também aos trabalhadores da GM de São José dos Campos.
Durante a passeata, o
candidato recebeu o incentivo de diversos ativistas que apoiam sua
candidatura.
O PSTU, seguindo sua tradição
de apoiar e incentivar as lutas dos trabalhadores, participou ativamente
da manifestação, com uma forte presença dos seus militantes e
candidatos a vereadores, portando bandeiras e faixas do partido em apoio
às lutas de todos os servidores.
Cyro Garcia participa do debate na Band pela twitcam
Na tentativa de diminuir o caráter antidemocrático das eleições, o candidato a prefeito pelo PSTU comentará,
através da Twitcam, os debates entre os prefeitáveis do Rio de Janeiro,
mostrando aos eleitores as propostas e o programa do PSTU para fazer do
Rio de Janeiro a cidade dos trabalhadores. O primeiro debate acontece
amanhã, às 22h, na Bandeirantes.
No
entanto, nosso candidato à prefeitura da cidade, Cyro Garcia, não
participará oficialmente dos debates entre os prefeitáveis promovidos
pelas emissoras de TV. As redes de televisão justificam esta exclusão
com base em uma lei que, em última análise, faculta às próprias
emissoras a decisão de incluir ou não em seus debates os candidatos de
partidos que não têm representação parlamentar na câmara dos
vereadores.
O
PSTU manifesta seu total
desacordo com a decisão antidemocrática das redes de TV. O PSTU entende
que as emissoras têm a obrigação de retratar todas as candidaturas, de
todos os partidos, de
forma igual, uma vez que exploram uma concessão pública. É, portanto,
uma obrigação destes concessionários atender aos interesses mais gerais
da população, quais sejam, os de conhecer integralmente, da maneira mais
ampla possível, o processo eleitoral em curso e todos os seus
participantes.
Por
conta disso, convidamos a todos os eleitores a assistirem às
transmissões da campanha "Cyro no Debate Na Twitcam". O candidato
comentará, ao vivo, os debates televisionados entre os prefeitáveis. O
primeiro debate acontecerá amanhã, 2 de agosto, na Bandeirantes, a
partir das 22h. Para assitir às transmissões, acesse o site do Cyro: www.cyrogarcia16.wordpress.com






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