Aécio e Dilma NÃO nos representam!


É preciso organizar as lutas em defesa dos direitos e por um BRASIL PARA OS TRABALHADORES!

O 2° turno se aproxima e os trabalhadores e a juventude não têm nada a ganhar.
Após as eleições, os preços da gasolina e tarifas de luz e transportes vão subir. Seja quem for eleito, Aécio ou Dilma, haverá cortes nos gastos sociais para pagar a dívida pública e aumentar os lucros dos bancos. Diante da crise econômica, vão atacar os direitos dos trabalhadores e dos aposentados.

Aécio ou Dilma vão governar para banqueiros e empreiteiras, que financiaram suas campanhas milionárias, e tentar jogar sobre os ombros dos trabalhadores os prejuízos da crise.

Aécio Neves (PSDB) é representante direto dos bancos e amigo de FHC, que privatizou o patrimônio público a preço de banana. Geraldo Alckmim em São Paulo, e Anastasia em Minas Gerais, ambos do PSDB, são governos onde a brutalidade e a violência policial são a única resposta às demandas dos trabalhadores, do povo pobre e da juventude.

A continuidade do governo do PT, com Dilma Rousseff, tampouco vai trazer as mudanças que os trabalhadores e a juventude brasileira querem. Em 12 anos, o PT seguiu a mesma política econômica de privilegiar banqueiros e grandes empresas. Todo ano é pago R$ 900 bilhões aos bancos, enquanto isso a saúde e educação públicas estão um caos.  

Os trabalhadores e a juventude não podem depositar qualquer confiança ou ilusão em qualquer um deles. A única forma de garantir empregos e salários dignos, saúde, educação, transportes, moradia, terra e aposentadoria é através da organização e mobilização.

2º turno: voto nulo é que fortalece a luta dos trabalhadores

O voto é um gesto político que fortalece quem o recebe. Por isso, não podemos fortalecer nenhuma das alternativas que estão disputando o 2° turno e que vão atacar os trabalhadores. Respeitamos mas não concordamos com a lógica de votar no “menos pior”. O PSTU entende que, neste 2° turno, o voto que fortalece a nossa luta é o voto nulo.

Dayse Oliveira e Zé Maria: uma campanha a serviço da classe trabalhadora, dos pobres e dos negros

A campanha de Dayse Oliveira e Zé Maria, como de todos os candidatos do PSTU, esteve a serviço das lutas dos trabalhadores e de uma estratégia de transformação socialista para o nosso país.

Debatemos a necessidade de um governo dos trabalhadores, sem patrões, para fazermos as mudanças que o Rio de Janeiro e o Brasil precisam.

O PSTU não atua só nas eleições, nossa luta é todo dia, nas greves, ocupações e manifestações dos trabalhadores e da juventude.

Por isso, o PSTU agradece o apoio e os votos recebidos e chama todos a seguirem nessa jornada.
Nosso muito obrigado!

Pezão e Crivella são farinha do mesmo saco

Proteste! Vote nulo!

Por mais que Pezão se apresente como novidade, sofremos cada dia dos 8 anos em que ele esteve ao lado de Sérgio Cabral no comando do estado do Rio de Janeiro.  
A saúde pública é uma vergonha. As escolas da rede estadual estão sucateadas.

Pezão e Cabral fizeram a festa das empreiteiras com obras superfaturadas e removeram de forma violenta milhares de famílias para atender os caprichos da FIFA e os interesses dos empresários. Este governo usou o dinheiro público em festinhas particulares em Paris e passeios de helicóptero pelo Rio.

As UPPs castigam e matam os negros e pobres das favelas. Até agora estamos nos perguntando “Cadê o Amarildo?!”

Não podemos nos enganar com Marcelo Crivella. Ele não representa uma alternativa para os trabalhadores, porque também defende os interesses dos ricos e poderosos.

Enquanto mulheres e LGBTs seguem sendo agredidos e mortos pelo machismo e homofobia, o senador compartilha ideias preconceituosas a respeito das relações conjugais, sexualidade e aborto. Crivella disse: “Eu acredito que o homossexualismo não é doença, mas é pecado”. 

Em 2009 o bispo se utilizou de atos secretos para locação de assessores em gabinetes no senado para favorecer sua filha, que acabou nomeada pelo então senador Edison Lobão(PMDB). Isto é, uma grande troca de favores entre os senadores para acobertar o nepotismo.        

Crivella declarou que “se você deixar populações vivendo na miséria, nas regiões periféricas, elas migram para roubar na capital, onde tem a maior riqueza”. O bispo se esquece que os maiores ladrões do Rio estão na própria Assembleia Legislativa e nos bairros nobres da capital. 

O PSTU defende a mais ampla liberdade religiosa, mas entende que religião e política não devem se misturar. Já Crivella toma suas decisões políticas amparado em leis divinas e dogmas religiosos.

Nossas diferenças com o PSOL neste 2° turno


A resolução do PSOL sobre o 2° turno para presidente, na prática, é um apoio envergonhado à Dilma (PT). O partido é claro em sua orientação sobre Aécio Neves: recomendamos que os eleitores do PSOL não votem em Aécio Neves no segundo turno das eleições presidenciais”, porque o tucano e seus aliados “são os representantes mais diretos dos interesses da classe dominante e do imperialismo na América Latina”. 

Mas em relação à Dilma, não há nenhuma orientação sobre o voto. A resolução até afirma que “Dilma está distante do desejo de mudanças que tomou as ruas no ano passado”, mas se cala diante do voto. A orientação é votar nulo ou em Dilma? A confusão não é casual, mas os deputados Marcelo Freixo, Jean Willys e Paulo Ramos sabem muito bem o que querem: votam Dilma. Paulo Ramos vai mais longe e já declarou apoio a Crivella. No Amapá, o PSOL tem o candidato a vice-governador na chapa de Camilo Capiberibe (PSB) e conta com o apoio ainda do PT e PCdoB. Mais uma vez o PSOL parece trilhar o caminho do PT.