Pela reestatização das barcas!

     Na manhã desta segunda-feira, dia 23 de agosto, a empresa Barcas S.A. demonstrou, mais uma vez, que o serviço por ela prestado é um verdadeiro tormento para a população. Por volta das 8 horas da manhã o catamarã Ingá II ficou desgovernado e se chocou com rochas ao se aproximar da estação Araribóia, deixando 18 feridos.
     Ou seja, além do preço da passagem ser um verdadeiro roubo, os usuários são transportados sem as mínimas condições de segurança correndo risco de morte a cada viagem.
     Esse é o retrato do transporte público no estado do Rio de Janeiro, onde de um lado estão os lucros exorbitantes das empresas concessionárias e de outro estão trabalhadores que sofrem com o transporte caro, superlotado e sem pontualidade.
     Enquanto isso, a Barcas S.A já recebeu mais de 85 milhões de reais do BNDES e o governo estadual já se prontificou a destinar outros milhões para “ajudar” a empresa.
     Sérgio Cabral e seus aliados na Assembleia Legislativa são cúmplices desse caos, que acaba com a qualidade de vida da população e enche o bolso dos grandes empresários do setor.
     O PSTU defende um outro modelo de transporte público de massas. Um modelo baseado na necessidade dos trabalhadores serem transportados com segurança, conforto, rapidez e que não onere o seu orçamento. Os empresários não tem condições de prestar um serviço que atenda esses quesitos, pois o compromisso deles é com o lucro e não com o povo. Para mudar essa situação é necessário reestatizar as barcas, o trem e o metrô, colocando-os sob controle dos trabalhadores e usuários. É necessário estatizar também o transporte de ônibus da cidade do Rio de Janeiro, com passagens baratas e atendendo de forma eficiente todas as regiões do município.

PELA REESTATIZAÇÃO DAS BARCAS! SOB CONTROLE DOS TRABALHADORES
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado

Confira a agenda do companheiro Cyro Garcia

Confira a agenda do companheiro Cyro Garcia

Segunda (23), 10h, debate sobre política de ciência e tecnologia para o Estado, no Museu Nacional; às 16:30h, entrevista para a Agência Rio Notícias, Lapa.

Terça (24), às 9h, visita a agências bancárias, Zona Sul do Rio; às 16:30h, entrevista com na MPB FM.

Quarta (25), às 9h, seminário de violência do SEPE na UERJ; às 12h, panfletagem na UERJ, Maracanã; às 17h, panfletagem no IFCS/UFRJ, Centro; às 20h, panfletagem na Praia Vermelha/UFRJ, Urca.

Quinta (26), às 6:30h, panfletagem no CENPES, Fundão; às 7:30h, panfletagem na Letras/UFRJ, Fundão; às 10h, entrevista para a Revista Plataforma, Lapa;às 12h, panfletagem na FND/UFRJ, Centro; às 13h, ato dos professores da rede municipal do Rio de Janeiro, Cinelândia; às 19h, lançamento das candidaturas do PSTU na câmara de vereadores de Volta Redonda.

Sexta (27), às 6h, panfletagem na Rassine, Nova Iguaçu; às 7h, panfletagem nos Correios, Nova Iguaçu; às 9h, visita ao comércio de Nova Iguaçu; às 14h, visita as agências bancárias de Nova Iguaçu; às 19h, lançamento das candidaturas do PSTU na Baixada.

Sábado (28), apresentação do Programa de governo – CEPAG, em Guaratiba (a confirmar); às 18h, participação no lançamento das candidaturas do PSTU, em Nova Friburgo.

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RAFAEL NUNES, CANDIDATO À DEP. ESTADUAL, LANÇA BLOG

Cyro e Rafel em atividade de Campanha
RAFAEL NUNES, 27 anos, é estudante de Letras na UFRJ. Diretor do DCE-UFRJ, militante do Movimento Estudantil, e impulsionador da luta por uma universidade realmente pública, gratuita e de qualidade, contra a privatização e precarização do ensino Nunes, como é conhecido pela galera, defende que “Não podemos acreditar que as coisas não podem ser mudadas. A luta da juventude, junto aos trabalhadores, conquistará, não só, uma educação de qualidade – estratégica para a sociedade – como abrirá as portas para lutarmos por um mundo diferente, um mundo socialista, onde haja liberdade e igualdade para todos.
A candidatura de RAFAEL NUNES–16.123 é uma candidatura jovem e socialista, contra a velha política e que luta por emprego, acesso à cultura e à educação e pelo direito ao futuro para a juventude! E o blog de sua campanha, lançado em confraternização que também comemorava seu aniversário, segundo o candidato terá este espírito:"De ser mais uma ferramenta na defesa do socialismo e na construção das lutas da juventude estudantil e trabalhadora".


Acesse aqui o Blog

Assista fala de Rafael Nunes sobre UPP's no Seminário Nacional de Programa:

Não deixe as grandes redes de TV decidirem em quem você vai votar

Leia abaixo carta de Zé Maria reivindicando democracia nos debates eleitorais e na cobertura da campanha

• Companheiros e companheiras,

As eleições em nosso país já sofrem uma enorme interferência do poder econômico. Candidatos que gastam centenas de milhões de reais numa campanha que massacra a consciência das pessoas para tentar ganhar as eleições geram, obviamente, uma situação de desigualdade na disputa.

E este quadro está tremendamente agravado nestas eleições. As grandes redes de televisão (Globo, Bandeirantes, etc) estão se dando o direito de mostrar à população através de seus noticiários e entrevistas, apenas três candidaturas, e não as nove que estão regularmente inscritas no TSE. O mesmo acontece com os grandes jornais, como a Folha de São Paulo, O Globo e O Estado de São Paulo.

Agora, nem nos debates que estão sendo promovidos na TV está sendo permitida a participação de todos os candidatos. E não se trata de um impedimento legal, como alguns meios de comunicação argumentam. A lei é clara: os candidatos de partidos com representação parlamentar tem presença garantida. Aos demais é facultado o direito de participar. Ou seja, a lei permite. São as empresas privadas que controlam os meios de comunicação que decidem não apresentar as demais candidaturas, e impedir sua participação nos debates.

Gera-se assim um vício insanável para qualquer eleição que se pretenda democrática: uma parte muito grande da população brasileira vai votar em 3 de outubro sem sequer saber quais os candidatos que estão concorrendo. O programa eleitoral gratuito do TSE também reproduz esta desigualdade, pois poucos candidatos possuem muito tempo, enquanto a maioria tem um tempo muito reduzido. Assim, quando o eleitor chega a tomar conhecimento destas candidaturas, não tem como saber quais são suas propostas.

De uma só vez, as redes de TV e os grandes jornais desrespeitam dois direitos fundamentais no processo eleitoral: o direito de o eleitor saber quais são os candidatos e o que propõe cada um deles; e o direito dos candidatos inscritos junto à Justiça Eleitoral do país, de expor aos eleitores as suas propostas. Só assim seria possível o eleitor votar com consciência, escolhendo dentre todos os candidatos aquele que lhe pareceu melhor. Fora isso, a eleição se transforma em manipulação.

E é isso que vem sendo feito pelas redes de TV e pelos grandes jornais do país. E, infelizmente, até agora a Justiça Eleitoral não tomou medidas para coibir esta prática.

Esta carta que envio a todos e a todas é para conclamar aos trabalhadores, aos jovens, todos os democratas do país, a que protestemos contra essa situação. Que exijamos que os candidatos tenham chances iguais de defenderem suas idéias. Apenas o eleitor, e ninguém mais, pode decidir qual é bom e qual é ruim para o país. Não os donos das empresas de mídia. As TV’s em particular, que apesar de serem empresas privadas, funcionam sob concessão pública, tem a obrigação de assegurar informação isenta aos eleitores.

Independentemente de acordo ou não com a nossa candidatura, cobremos todos, por democracia no processo eleitoral. Protestemos contra a manipulação da grande mídia. Defendamos o nosso direito democrático a uma informação correta e sem manipulação por parte dos meios de comunicação de massa.

Proteste repassando esta carta a todos os seus contatos e pedindo a eles que repassem nas redes sociais (orkut, facebook) e assim por diante. Envie cópia para as empresas de comunicação, como forma de cobrança para que todas as candidaturas tenham espaço para expor suas ideias e para que a população possa decidir com consciência em quem votará nas eleições de outubro. E envie cópia também para o TSE, como forma de pedir providência da Justiça Eleitoral sobre essa situação.

Desde já, agradeço antecipadamente a sua atenção,

Zé Maria – metalúrgico e candidato à Presidência da República pelo PSTU

PROTESTE!

  • Envie mensagem aos grandes jornais e emissoras de TV

    VEJA O VÍDEO: 


  •  

    PSTU REÚNE MILITÂNCIA E APOIADORES EM SEMINÁRIO SOBRE PROGRAMA

    Cyro Garcia, candidato a governador, e candidatos proporcionais elogiam qualidade das discussões e afirmam que vão abraçar “o programa independente, alternativo e de ruptura com o capitalismo” elaborado no evento.
                    Apesar de ser véspera do Dia dos Pais, o sábado ensolarado não impediu que o seminário de programa de governo do PSTU-RJ reunisse mais de 170 pessoas para ajudar na elaboração de um programa socialista para ser apresentado pelas candidaturas do partido nas eleições no estado. A exemplo do que fizemos nacionalmente no Seminário Nacional organizado em torno a candidatura de Zé Maria a presidente (leia mais).
    Tendo como eixos programáticos os temas Educação, Saúde, Transportes, Violência Urbana e Opressões o seminário foi aberto pelo candidato a governador Cyro Garcia, para quem “este seminário servirá para que o partido, seus simpatizantes e apoiadores, aprofundem o debate sobre as mazelas sociais que atingem a população trabalhadora do Rio e reflitam isso em propostas que sirvam para mobilizar os trabalhadores para mudar de vez esta situação”. Após a abertura os participantes se dividiram em diferentes painéis. Os primeiros, realizados pela manhã, foram Educação e Transportes.
    Pela reestatização dos meios de transporte. Não à privatização da educação.
    A defesa de uma educação pública e de qualidade para os trabalhadores foi uma das discussões que mais apaixonaram os presentes e com certeza será uma das principais bandeiras das candidaturas do PSTU. Contra a realidade de apartheid social, que impõe uma escola cara e privada para ricos e outra pública e sucateada para os pobres, os participantes reafirmaram bandeiras como a defesa da educação pública, de qualidade, democrática, a valorização salarial dos profissionais de educação e a garantia de verbas públicas só para escolas públicas.
    O tema dos transportes também foi muito debatido por trabalhadores do setor e por usuários, como estudantes secundaristas e moradores da Zona Oeste e da Baixada. A garantia e ampliação do passe-livre (para desempregados, por exemplo) e a reestatização dos meios de transporte foram apresentadas como respostas urgentes aos abusos e verdadeiros crimes cometidos contra a população que sofre com os atrasos, e até com a violência de seguranças, cometidos pelas empresas de ônibus, pela Barcas SA, Metrô e Supervia.
    Saúde pública e de qualidade e não à criminalização da pobreza
    Na parte da tarde os participantes debateram sobre a situação da saúde pública. Além da constatação de que o governo Cabral só piorou a situação nesta área, com políticas equivocadas como as UPA´s, foi identificada a necessidade cada vez maior de unidade entre servidores e comunidade na defesa da saúde pública e de qualidade, garantindo o atendimento médico necessário, o reequipamento e abertura de novas unidades hospitalares. Propostas como a implementação de uma medicina preventiva e a valorização salarial e profissional dos trabalhadores da saúde fluminense foram acrescentadas pelos participantes da atividade.
    Outro tema debatido à tarde foi a violência urbana. Na verdade os participantes chegaram a conclusão de que o governo Cabral, assim como seus antecessores, vem aplicando uma política de criminalização da pobreza e dos movimentos sociais, onde reprime os moradores das comunidades (com a desculpa de combater o tráfico) e quem protesta contra esta política. É um verdadeiro genocídio dos trabalhadores mais pobres, especialmente jovens e negros. A desmilitarização da PM, a democratização da polícia com delegados eleitos pela comunidade e a descriminalização das drogas, com atendimento aos dependentes na rede de saúde, foram as soluções levantadas.
    Uma sociedade justa, igualitária e livre das opressões é possível e necessária
    Ao final do dia, demonstrando uma preocupação cada vez maior com o tema, foi montada uma mesa única sobre a questão das opressões. Os militantes e simpatizantes presentes a discussão demonstraram a exata noção de que os negros, as mulheres e os homossexuais são os segmentos mais explorados da classe trabalhadora. São as principais vítimas da violência, do desemprego e dos salários rebaixados. Que o racismo, o machismo e a homofobia são ferramentas do capitalismo para ainda mais explorar a classe trabalhadora. Para combater isso será necessário que o programa dos socialistas reflita e saiba dar prioridade as necessidades destes segmentos, ajudando a mover a classe como um todo.
    Seminário arma a campanha, mas as discussões continuam
    Os participantes saíram do evento com a certeza de que terão uma resposta coerente a oferecer para os trabalhadores e trabalhadoras. Nestas eleições, o PSTU e suas candidaturas vão denunciar o governo de Sérgio Cabral mostrando os ataques aos serviços públicos e servidores, a privatização da educação, o privilégio as empresas de transporte e de saúde, além da repressão como política consciente de criminalização da pobreza.
    E o debate continua!
    Mas o seminário não terminou. No dia 18/08 (quarta-feira) a discussão sobre petróleo e meio-ambiente, dada a importância do tema em especial no nosso Estado, será a pauta dos debates que discutirá ainda o recente vazamento de óleo que atingiu o litoral da Região dos Lagos. A continuação do seminário será realizado Av. Passos, 34 - Centro - Rio de Janeiro.

    Manifestantes protocolam documento na ONU exigindo a retirada das tropas do Haiti

    • Rio de Janeiro, 28 de julho de 2010, estação de trem Central do Brasil, cerca de 16 horas. Dezenas de ativistas se reúnem, megafones e panfletos em punho, manifestam seu apoio incondicional à luta dos trabalhadores e do povo haitiano.

    Mesmo de longe era possível perceber que parte das bandeiras agitadas ao vento havia sido ajeitada à mão, expressando a primeira participação pública da CSP-Conlutas.

    Um dos oradores, Elias José, militante do movimento negro e dirigente do Sindicato dos Metroviários destacou o seguinte em sua fala: “Temos orgulho desse ato, orgulho de nossa solidariedade ao povo haitiano, esse povo que protagonizou a única revolução vitoriosa de escravos, esse povo que construiu, nas Américas, a primeira república negra da história. Exigimos o retorno das tropas brasileiras, a retiradas das tropas da ONU, a retirada da Minustah. Não se pode admitir a ocupação militar desse país com a desculpa de ajuda humanitária”.

    Do Quilombo Raça e Classe e dirigente do SEPE São Gonçalo, Deise Oliveira lembrou: “Estamos aqui a CSP-Conlutas, os estudantes da ANEL, a Assembléia Nacional dos Estudantes Livre, companheiros do PSTU, do MTL, a companheira Sandra Quintela do PACS, da Rede Jubileu Sul, companheiros do Sindicato dos Comerciários de Nova Iguaçu e região, e dizemos categoricamente ao povo do Rio de Janeiro: a ocupação do Haiti é um crime. Nossa solidariedade ao povo haitiano é parte de nossa luta contra o racismo. A vitória do povo negro do Haiti é também uma vitória dos trabalhadores brasileiros, uma vitória das comunidades e dos morros do Rio. São os generais brasileiros que dizem que as tropas estão pegando experiência no Haiti para atuar nos morros do Rio. Os mortos do morro da Providencia com a ocupação do exército mostram o que isso significa. Não queremos tropas nos morros, não queremos tropas no Haiti”, concluiu.

    A manifestação no Rio de Janeiro foi parte dos atos impulsionados no Brasil e no Haiti, pela retirada das tropas de ocupação do território do país caribenho.

    Antes da manifestação, um grupo contando com a presença de Cyro Garcia, presidente do PSTU-RJ e candidato a governador do Rio de Janeiro, seu vice Miguel Malheiros, Sandra Quintela do PACS, Jubileu ; Julio Condaque do Quilombo Raça e Classe e da CSP-Conlutas; Marcelo Durão, do MST; Manuel Crispim do MTL e do Sindsprev-RJ; além do estudante Rafael Nunes, esteve no escritório da ONU no Rio de Janeiro, onde protocolaram carta ao Centro de Informações das Nações Unidas, com cópia ao Conselho de Segurança da ONU.

    No documento protocolado registraram: “As forças humanitárias do exército brasileiro não estão lá para reconstruir o país, mas para ajudar a manter o grau de exploração e submissão de um povo juntamente com outros países na ‘missão Humanitária’ (MINUSTAH)”.

    Na referida reunião Sandra Quintela da Rede Jubileu Sul argumentou: “A situação hoje é tão drástica, está pior que antes do terremoto, ainda mais com a militarização da ajuda humanitária” .

    Presente à reunião, Cyro Garcia frisou: “Ocupam o Haiti pra impor o controle sobre a população. São milhares de mariners, as tropas de elite do mais poderoso exército do planeta, o exército dos Estados Unidos. Hoje o exército brasileiro cumpre o papel de força auxiliar das tropas norte americanas. Estão no Haiti para ajudar o imperialismo a manter suas ‘ilhas’ de mão-de-obra semi-escrava. Por isso, queremos a retirada das tropas, o fim da ocupação militar; cobramos da ONU, exigimos do Conselho de Segurança da ONU a não renovação do Mandato da Minustah. O fechamento dos portos e do aeroporto, impedindo até chegada de ajuda humanitária, demonstram a justeza do que propomos: a reconstrução do Haiti sob controle dos trabalhadores”.