Nota do PT paraguaio (seção da LIT-QI) sobre a tentativa de impeachment contra Lugo

Abajo el Juicio Político de la derecha tradicional contra Lugo
 
Escrito por PT - Paraguay  
22 de Junio de 2012 15:07
Lugo sólo puede ser destituido por el pueblo trabajador no por este Parlamento.

1 - Desde el Partido de los Trabajadores estamos en contra del juicio político impulsado por los partidos de la derecha tradicional de nuestro país a través del Parlamento Nacional. El pueblo trabajador no tiene en estos parlamentarios -sinvergüenzas, corruptos y personeros de lo peor del sistema capitalista-, representación alguna, sino que fueron y son sus verdugos. Derrotemos este verdadero “golpe de guante blanco” con las movilizaciones en las calles.

2 - El juicio político iniciado y probable destitución de Lugo por este Parlamento de la Vergüenza no traerá mejores condiciones socio-económicas y políticas para el pueblo trabajador, sino que significará un grave retroceso para el pueblo trabajador.

3 - Afirmamos que Lugo merece ser enjuiciado y destituido pero por la voluntad popular no por los tránsfugas y antipopulares parlamentarios que sólo toman decisiones perjudiciales, en todos los ámbitos, contra los explotados y excluidos de nuestro país. Lugo fue elegido por la mayoría del pueblo por medio de elecciones y es ese mismo pueblo el que tiene el derecho de sacarlo del gobierno.

4 - Abortemos el juicio político con movilización y lucha. Apoyaríamos, en todo caso, la realización de un plebiscito para que el pueblo exprese si quiere que Lugo se vaya o se quede y, en caso de que la mayoría vota que se tiene que ir, que se anticipen las elecciones.

5 - Lugo, como persona y como gobierno, no merece nuestra menor solidaridad. Somos opositores por el vértice a su política y a su gobierno.Lugo al igual que los gobiernos anteriores ha gobernado a favor de la burguesía, ha promovido y auspiciado el agronegocio que arrasa con las comunidades campesinas, no ha hecho nada a favor de la reforma agraria y profundizó la criminalización al movimiento de masas. Lugo, es también responsable de la crisis política generada fundamentalmente por su alianza con la gran burguesía y sus partidos, así como por la masacre de Curuguaty. Por lo tanto, nuestra oposición al juicio político no significa el menor apoyo político a su gobierno.

6 - Ratificamos nuestra condena, ya realizada desde el 2008, a las izquierdas capituladoras gubernistas que se integraron a este gobierno servil a los intereses de las minorías sembrando la confusión, la desmoralización y la desmovilización en el movimiento de masas, ya que por su política de conciliación entre las clases sociales, son corresponsables del marco general de la actual situación. 

7 - Convocamos al pueblo trabajador a oponerse al giro reaccionario del régimen político que se expresa en el proceso de destitución de Lugo, a defender las libertades públicas de organización y movilización así como la completa vigencia de las garantías constitucionales básicas para seguir luchando y construyendo un presente y futuro mejor para los explotados y oprimidos.

8 - Exigimos al Gobierno Lugo, desarrolle una urgente reforma agraria expropiando sin indemnización las tierras malhabidas y latifundios, que rompa de una vez por todas con los partidos de la derecha tradicional destituyendo a sus representantes de los ministerios y el aparato estatal, e instale un plan económico y social de emergencia basado en los intereses de las grandes mayorías. 

9 - Construyamos un gran movimiento de la clase trabajadora por fuera del gobierno de Lugo, su política y los partidos de la derecha, abriendo una salida el pueblo trabajador a la actual crisis política apuntando entre otras medidas a una Asamblea Constituyente, democrática y soberana que sienten las bases que aseguren el Pan, el Trabajo, la Soberanía y la Libertad para el pueblo trabajador y las grandes mayorías.

Comité Ejecutivo Nacional
Partido de los Trabajadores
21-06-2012

Em uma grande marcha, uma resposta ao fracasso da Rio+20

Marcha na Cúpula dos Povos reuniu cerca de 25 mil no Rio

Nesta quarta-feira, 20 de março, o Rio assistiu à maior manifestação de rua dos últimos anos, quando um mar de gente ocupou a Avenida Rio Branco, no centro da cidade. A Marcha dos Povos reuniu pelo menos 25 mil manifestantes. Enquanto as últimas expectativas em torno à Rio+20 se dissolviam, a marcha foi um símbolo da polarização conquistada pela Cúpula dos Povos nas ruas cariocas.

Com a presença de diversas centrais sindicais, partidos políticos, sindicatos, entidades da causa ambiental, ONGs, organizações indígenas e ativistas de vários países, o tamanho da marcha impactou até mesmo seus participantes. A animação tomou conta dos manifestantes e não poderia ser diferente.

Igualmente, não faltou irreverência para expressar a luta pela preservação ambiental. Cartazes e faixas, fantasias, maquiagem e bonecos gigantes deram o colorido à manifestação. Um dos maiores retrocessos ecológicos do Brasil no período de governos do PT, o Código Florestal, foi amplamente denunciado na manifestação. Segundo cartazes distribuídos no ato, “o jogo ainda não acabou”.

Em uníssono, a marcha foi uma crítica contundente ao discurso do “capitalismo verde” proposto pela Rio+20. O fracasso da reunião de cúpula impulsionou a denúncia da hipocrisia dos governos de todo o mundo.

A presença da greve das universidades
Professores, funcionários e estudantes em greve nas universidades federais marcaram presença. Os ativistas da educação concentraram-se em frente a ALERJ, na rua Primeiro de Março, e se dirigiram à Candelária, onde se juntaram à passeata – compondo uma bela coluna, de pelo menos 2500 manifestantes.

As palavras de ordem mais cantadas na greve foram ouvidas na marcha. Entre elas, “Cadê o dinheiro? A Dilma deu tudo para o banqueiro e o bicheiro” ou “A greve unificou. É estudante, funcionário e professor!”. A precarização imposta pelo REUNI também esteve clara no conteúdo políticos das intervenções.

ANEL e CSP-CONLUTAS emprestaram suas forças a engrossar a coluna da greve. A ausência da UNE na coluna, além de ilustrar a incapacidade da velha entidade em dar rumo à greve dos estudantes, foi seguidamente denunciada nas palavras de ordem.

Socialismo ou barbárie ambiental
O PSTU esteve presente no ato, onde denunciou as conseqüências da exploração predatória da natureza promovida pelo capitalismo ao redor do mundo. Para o partido, conferências como a Rio+20 não podem oferecer saída à crise ambiental, porque os governos de todos os países estão subordinados ao interesse das empresas que poluem.



Nesse sentido, a marcha foi mais um espaço importante para a defesa do socialismo. Para Cyro Garcia, pré-candidato a prefeito do Rio de Janeiro pelo PSTU, “a situação do meio ambiente e a falência de mais uma reunião de cúpula do imperialismo para tratar da questão reforçam a atualidade da causa socialista. Quando nos deparamos com a destruição do planeta, vemos que o mercado e a sanha por lucros estão conduzindo a humanidade, literalmente, à destruição. Essa compreensão é parte fundamental de nossa convicção de lutar pela planificação da exploração dos recursos naturais, como parte da construção de um mundo socialista”.

LEIA MAIS
Atingidos pela Vale protestam durante a Cúpula dos Povos

Em meio à greve das federais, ANEL realiza sua maior assembleia nacional

Assembleia Nacional realizada no Rio reúne 500 estudantes de 18 estados e o Distrito Federal, e marca avanço da entidade

A Assembleia Nacional dos Estudantes Livre, a ANEL, realizou no final de semana dos dias 16 e 17 de junho, sua maior assembleia nacional, que reuniu cerca de 500 estudantes de 18 estados e do Distrito Federal. A assembleia, instância de decisão máxima da entidade após o congresso, contou com 162 delegados eleitos pelas entidades de base, como CA’s e DCE’s, representando cerca de 55 mil estudantes.

Além da grande representatividade, a assembleia marcou um importante avanço da ANEL em diferentes lugares como Rio de Janeiro e Minas Gerais, e em estados onde a entidade ainda não havia chegado, como é o caso do Espírito Santo e Tocantins.

As lutas passam pela ANEL
Expressando uma das maiores greves das universidades federais dos últimos anos, a assembleia nacional teve a participação, na abertura, de entidades como o ANDES, Fasubra e Sinasefe. Um dos destaques foi a participação ativa dos vários comandos de greve articulados nas universidades. A paralisação das federais também foi tema de debate durante os grupos de discussão, que discutiram ainda “métodos de luta” e a reorganização do movimento estudantil.

Em meios aos debates, emergiam consensos como a falência da UNE. “As discussões apontaram que essa greve é claramente identificada como um movimento que se enfrenta com a UNE, que apoiou a aprovação do Reuni em 2007 que, por sua vez, é responsável por essa situação de precarização das universidades, e ao mesmo tempo, o debate apontou a necessidade de uma entidade nacional que realmente expresse as lutas dos estudantes”, afirma Clara Saraiva, da Executiva Nacional da ANEL.

Na plenária final, os estudantes aprovaram uma pauta unificada que foi posteriormente apresentada durante a primeira reunião do Comando Nacional de Greve, realizada no dia seguinte, sendo incorporada à pauta do comando. O comando de greve foi formado após o protesto que reuniu milhares de estudantes em Brasília no dia 5 de junho e aglutina praticamente todas as correntes políticas presentes no movimento estudantil hoje. Sua articulação foi um importante avanço para o fortalecimento da luta dos estudantes, especialmente nessa greve.

A pauta aprovada pela ANEL e pelo comando traz reivindicações como a revogação imediata do Reuni pelo governo Dilma, a rejeição do PNE (Plano Nacional de Educação) do governo e a adoção de um PNE que realmente atenda às necessidades dos trabalhadores, a exigência da aplicação de 10% do PIB na Educação e a negociação por parte do governo para os graves problemas causados pelo Reuni, como a infra-estrutura precária das universidades, a falta de professores e a necessidade de abertura de concursos públicos.

Além das entidades já filiadas, essa assembleia nacional também teve a participação de setores da esquerda da UNE, que foram convidados a falar aos estudantes presentes. “Fizemos um chamado sincero aos companheiros da esquerda da UNE, para que rompam com essa entidade e construam conosco a ANEL; na assembleia eles puderam ver o funcionamento democrático das instâncias da entidade que, assim como o atual comando de greve, funciona com representantes eleitos na base e mandatos revogáveis”, explica Clara.



Contra as opressões e internacionalista
Seguindo sua marca que já virou tradição, de conferir importância à luta contra as opressões, a assembleia teve plenárias de mulheres, negras e negros e LGBT. A plenária de mulheres contou com a participação do Movimento Mulheres em Luta, filiado à CSP-Conlutas, e discutiu a confecção de uma cartilha sobre a questão da opressão às mulheres e o tema das creches nas universidades, a exemplo da cartilha que a ANEL já publicou sobre a temática LGBT. Proposta semelhante foi discutida na plenária de negras e negros, sobre a questão do racismo.

A plenária LGBT, por sua vez, aprovou, para o dia 28 de junho, dia de luta contra a homofobia e que marca o aniversário do levante de Stonewall, um dia de “beijaço” contra a opressão, nos estados.

Outra tradição da ANEL que não foi deixada de lado nessa assembleia foi seu caráter internacionalista. A assembleia debateu as lutas que envolvem a juventude em todo o mundo e contou com saudações de estudantes da Federação de Estudantes da Colômbia, além de estudantes de Quebec, do Canadá.

Tropas da Minustah invadem faculdade no Haiti

Tropas da Minustah ocupam o
país há oito anos
Comunicado da Rádio Kiskeia, enviado por Batay Ouvriye

• A Faculdade de Ciências Humanas (FASCH), símbolo de resistência estudantil à opressão nos últimos anos, no Haiti, foi alvo na última sexta-feira (15), de momentos de tensão. Os soldados da Minustah (Missão de Estabilização da ONU), conhecidos como “capacetes azuis”, invadiram a instituição, provocaram cenas de pânico e ainda feriram várias pessoas. Os alunos foram vítimas de agressões físicas e tiveram que fugir das balas de borracha lançadas pelos soldados.

   Os pára-brisas de pelo menos dois veículos também foram quebrados. Denunciada na imprensa como uma verdadeira provocação, após o alerta do reitor da Universidade Estadual, o coordenador de FASCH, Hancy Pierre, declarou que a invasão militar interrompeu uma reunião conjunta que se realizava naquele momento.

   Estudantes e professores foram surpreendidos quando centenas de agentes mascarados do batalhão brasileiro entraram na Faculdade sob pretexto de tentar recuperar uma granada lançada, mas que não chegou a explodir.

   Vários alunos denunciaram os fatos à Rádio Kiskeya, exigindo das autoridades a saída imediata das forças de ocupação e acusando a ONU de ser particularmente responsável pela epidemia mortal de cólera no país.

   A Minustah ainda não tinha respondido até esta noite (domingo, 17 de junho) sobre o ataque injustificado e a invasão do espaço universitário, considerado totalmente inviolável pela Constituição do país.

   Presente no Haiti desde 2004, as forças da ONU têm cerca de 10.000 soldados e policiais de diversos países, sob o comando brasileiro.

LEIA MAIS
Haiti: 8 anos dizendo “não"

Ato de mulheres agita a Cúpula dos Povos

Passeata agitou centro da cidad
• Cerca de 2500 manifestantes marcharam na manhã desta segunda-feira, 18 de junho, na Marcha das Mulheres na Cúpula dos Povos. A manifestação é mais uma das atividades que ocorrem no Rio de Janeiro, em paralelo à Rio+20. Quem passava pelo centro da cidade pôde testemunhar uma bela passeata feminista, que denunciou a farsa da “economia verde” e a situação dos setores oprimidos no país.

   O ato contou com a presença de um amplo espectro de entidades, desde a ANEL e a CSP-CONLUTAS até CUT, CTB, MST, Marcha Mundial de Mulheres, UNE e CPT. Caminhando do MAM, no Aterro do Flamengo, até o Largo da Carioca, a manifestação deu visibilidade à crítica ao que representa a Rio+20. Em uma das palavras de ordem mais cantadas, podia-se ouvir: “capitalismo não me engana, não/Pintar de verde é falsa solução”.

"Mulheres jovens, vamos à luta"
   A ANEL chamou a atenção com uma das colunas mais animadas da marcha. As estudantes garantiram que se expressasse no ato a forte greve nacional da educação. Suas exigências combinavam as demandas da greve estudantil com a luta contra as opressões. Nesse sentido, a entidade se posicionou pela construção de creches nas universidades e exigiu, ainda, que Dilma revogue seu veto ao kit anti-homofobia para as escolas.

   Luiza Carrera, estudante da UFRJ, interveio em nome da ANEL. “As federais estão em greve porque queremos mais investimentos em educação; porque queremos creches, para que as mulheres não sejam obrigadas a abandonar seus estudos quando engravidarem. Por isso, o recado da ANEL é claro: mulheres jovens, vamos à luta!”.

   No mesmo espírito, Camila Lisboa, representando o MML (Movimento Mulheres em Luta), declarou: “a nossa luta é porque, em um país governado por uma mulher, não podemos mais admitir que as mulheres morram, vítimas da violência ou dos abortos clandestinos”.

   Durante a semana, seguirá a programação da Cúpula dos Povos. Acompanhe a cobertura do Portal do PSTU.

LEIA MAIS
RIO + 20 e a farsa do "desenvolvimento sustentável"

O que esperar da Rio+20?

Leia o boletim especial divulgado pelo PSTU durante as atividades da Rio+20 e a Cúpula dos Povos

Boletim distribuído durante a Cúpula dos Povos
Vinte anos após uma das maiores conferências ambientais do mundo, a ECO-92, os resultados não poderiam ser piores para o meio ambiente. A cada dia, 25 espécies desaparecem da Terra. Até o fim deste século, a temperatura média na Terra deve subir entre 1,8º e 4ºC. Seguem o aquecimento global e o derretimento das geleiras. Os governos tentam jogar a culpa dos problemas ambientais na população, quando
apenas 4% da emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa estão ligados ao desperdício ou lixo individuais. Os outros 96% estão relacionados, principalmente, com a grande produção industrial.

Nós, trabalhadores, somos vitimas dessa situação. Sofremos as consequências do desmatamento e da contaminação de rios e mares; ingerimos agrotóxicos e peixes contaminados. Por sua vez, os mais pobres são os mais expostos a enchentes e deslizamentos. Os reais responsáveis pelo dano ambiental são as grandes corporações, bancos, latifúndios e governos - que financiam e lucram com a degradação. Enquanto não atacarmos o problema em sua raiz, seguiremos rumo à barbárie.

A Rio+20, como todas as conferências ambientais organizadas pela ONU, será um verdadeiro fracasso. Os governos são financiados em suas milionárias campanhas eleitorais pelas grandes empresas poluidoras e, depois, atuam na defesa dos lucros dessas mesmas empresas. Uma conferência realizada pela ONU, que é formada por esses governos, não p
ode solucionar os problemas ambientais. Barack Obama e Angela Merkel sequer participarão do evento. Por tudo isso, durante a conferência, participaremos com outros movimentos sociais do mundo na Cúpula dos Povos, evento paralelo e crítico à Rio+20. A direção da Cúpula não assume com clareza um programa socialista para o meio ambiente. É essa a proposta que o PSTU oferece aos ativistas presentes.

Contra a injustiça social e a crise
ambiental, a nossa luta é pelo socialismo!

As condições de vida da humanidade estão ameaçadas. Hoje todos os países do mundo têm governos obedientes ao poder econômico das grandes empresas, dos bancos e dos latifundiários. Estes buscam aumentar cada vez mais o seu lucro, mesmo que ao custo do esgotamento dos recursos naturais do nosso planeta.

No capitalismo, a competição e o mercado é que determinam o que vai ser produzido, e em que quantidade. Não importa a necessidade da maioria e nem a capacidade da Terra de sustentar tal produção. Ou seja, a lógica capitalista é inconcil
iável com uma verdadeira preservação do meio ambiente. Uma empresa que supostamente colocasse a preservação ambiental acima do lucro seria logo ‘devorada’ por todas as outras, porque a competição sempre leva a uma concentração cada vez maior de riquezas nas mãos dos que lucram mais. Não podemos crer que os governos possam regular esse mecanismo, porque esses mesmos governos, em todo o mundo, são financiados pelas empresas.

É por isso que o PSTU defende o socialismo. Para que tudo que se produz esteja de acordo com as necessidades da maioria das pessoas, o que inclui a preservação do meio ambiente e da vida no planeta. Através de comitês democráticos de direção das empresas, por parte dos trabalhadores, a produção seria controlada a serviço do bem-estar de todos. Desta forma, a humanidade não seria mais refém de um punhado de capitalistas e de seus políticos de aluguel que destroem nossas condições de vida e nos ameaçam com uma catástrofe ambiental cada vez mais iminente.

Baixe o boletim especial do PSTU na íntegra

LEIA MAIS
A farsa do desenvolvimento sustentável